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Números

Capítulo 01

1FALOU mais o SENHOR a Moisés no deserto de Sinai, na tenda da congregação, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano da sua saída da terra do Egito, dizendo:

2Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, conforme o número dos nomes de todo o homem, cabeça por cabeça;

3Da idade de vinte anos para cima, todos os que em Israel podem sair à guerra, a estes contareis segundo os seus exércitos, tu e Arão.

4Estará convosco, de cada tribo, um homem que seja cabeça da casa de seus pais.

5Estes, pois, são os nomes dos homens que estarão convosco: De Rúben, Elizur, filho de Sedeur;

6De Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;

7De Judá, Naasson, filho de Aminadabe;

8De Issacar, Natanael, filho de Zuar;

9De Zebulom, Eliabe, filho de Helom;

10Dos filhos de José: De Efraim, Elisama, filho de Amiúde; de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur;

11De Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;

12De Dã, Aieser, filho de Amisadai;

13De Aser, Pagiel, filho de Ocrã;

14De Gade, Eliasafe, filho de Deuel;

15De Naftali, Aira, filho de Enã.

16Estes foram os chamados da congregação, os príncipes das tribos de seus pais, os cabeças dos milhares de Israel.

17Então tomaram Moisés e Arão a estes homens, que foram declarados pelos seus nomes,

18E reuniram toda a congregação no primeiro dia do mês segundo, e declararam a sua descendência segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, cabeça por cabeça;

19Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim os contou no deserto de Sinai.

20Foram, pois, os filhos de Rúben, o primogênito de Israel, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

21Foram contados deles, da tribo de Rúben, quarenta e seis mil e quinhentos.

22Dos filhos de Simeão, as suas gerações pelas suas famílias, segundo a casa dos seus pais; os seus contados, pelo número dos nomes, cabeça por cabeça, todo o homem de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

23Foram contados deles, da tribo de Simeão, cinqüenta e nove mil e trezentos.

24Dos filhos de Gade, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

25Foram contados deles, da tribo de Gade, quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta.

26Dos filhos de Judá, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais; pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

27Foram contados deles, da tribo de Judá, setenta e quatro mil e seiscentos.

28Dos filhos de Issacar, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

29Foram contados deles da tribo de Issacar, cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.

30Dos filhos de Zebulom, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

31Foram contados deles, da tribo de Zebulom, cinqüenta e sete mil e quatrocentos.

32Dos filhos de José, dos filhos de Efraim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

33Foram contados deles, da tribo de Efraim, quarenta mil e quinhentos.

34Dos filhos de Manassés, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

35Foram contados deles, da tribo de Manassés, trinta e dois mil e duzentos.

36Dos filhos de Benjamim, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

37Foram contados deles, da tribo de Benjamim, trinta e cinco mil e quatrocentos.

38Dos filhos de Dã, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

39Foram contados deles, da tribo de Dã, sessenta e dois mil e setecentos.

40Dos filhos de Aser, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

41Foram contados deles, da tribo de Aser, quarenta e um mil e quinhentos.

42Dos filhos de Naftali, as suas gerações, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais, pelo número dos nomes dos de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra,

43Foram contados deles, da tribo de Naftali, cinqüenta e três mil e quatrocentos.

44Estes foram os contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, doze homens, cada um era pela casa de seus pais.

45Assim foram todos os contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais, de vinte anos para cima, todos os que podiam sair à guerra em Israel;

46Todos os contados eram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

47Mas os levitas, segundo a tribo de seus pais, não foram contados entre eles,

48Porquanto o SENHOR tinha falado a Moisés, dizendo:

49Porém não contarás a tribo de Levi, nem tomarás a soma deles entre os filhos de Israel;

50Mas tu põe os levitas sobre o tabernáculo do testemunho, e sobre todos os seus utensílios, e sobre tudo o que pertence a ele; eles levarão o tabernáculo e todos os seus utensílios; e eles o administrarão, e acampar-se-ão ao redor do tabernáculo.

51E, quando o tabernáculo partir, os levitas o desarmarão; e, quando o tabernáculo se houver de assentar no arraial, os levitas o armarão; e o estranho que se chegar morrerá.

52E os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um no seu esquadrão, e cada um junto à sua bandeira, segundo os seus exércitos.

53Mas os levitas armarão as suas tendas ao redor do tabernáculo do testemunho, para que não haja indignação sobre a congregação dos filhos de Israel, pelo que os levitas terão o cuidado da guarda do tabernáculo do testemunho.

54Assim fizeram os filhos de Israel; conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim o fizeram.

Capítulo 02

1E FALOU o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

2Os filhos de Israel armarão as suas tendas, cada um debaixo da sua bandeira, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, defronte da tenda da congregação, armarão as suas tendas.

3Os que armarem as suas tendas do lado do oriente, para o nascente, serão os da bandeira do exército de Judá, segundo os seus esquadrões, e Naassom, filho de Aminadabe, será príncipe dos filhos de Judá.

4E o seu exército, os que foram contados deles, era de setenta e quatro mil e seiscentos.

5E junto a ele armará as suas tendas a tribo de Issacar; e Natanael, filho de Zuar, será príncipe dos filhos de Issacar.

6E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e quatro mil e quatrocentos.

7Depois a tribo de Zebulom; e Eliabe, filho de Helam, será príncipe dos filhos de Zebulom.

8E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e sete mil e quatrocentos.

9Todos os que foram contados do exército de Judá, cento e oitenta e seis mil e quatrocentos, segundo os seus esquadrões, estes marcharão primeiro.

10A bandeira do exército de Rúben, segundo os seus esquadrões, estará para o lado do sul; e Elizur, filho de Sedeur, será príncipe dos filhos de Rúben,

11E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e seis mil e quinhentos.

12E junto a ele armará as suas tendas a tribo de Simeão; e Selumiel, filho de Zurisadai, será príncipe dos filhos de Simeão.

13E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e nove mil e trezentos.

14Depois a tribo de Gade; e Eliasafe, filho de Deuel, será príncipe dos filhos de Gade.

15E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e cinco mil e seiscentos e cinqüenta.

16Todos os que foram contados no exército de Rúben foram cento e cinqüenta e um mil e quatrocentos e cinqüenta, segundo os seus esquadrões; e estes marcharão em segundo lugar.

17Então partirá a tenda da congregação com o exército dos levitas no meio dos exércitos; como armaram as suas tendas, assim marcharão, cada um no seu lugar, segundo as suas bandeiras.

18A bandeira do exército de Efraim segundo os seus esquadrões, estará para o lado do ocidente; e Elisama, filho de Amiúde, será príncipe dos filhos de Efraim.

19E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta mil e quinhentos.

20E junto a ele estará a tribo de Manassés; e Gamaliel, filho de Pedazur, será príncipe dos filhos de Manassés.

21E o seu exército, os que foram contados deles, era de trinta e dois mil e duzentos.

22Depois a tribo de Benjamim; e Abidã, filho de Gideoni, será príncipe dos filhos de Benjamim,

23E o seu exército, os que foram contados deles, era de trinta e cinco mil e quatrocentos.

24Todos os que foram contados no exército de Efraim foram cento e oito mil e cem, segundo os seus esquadrões; e estes marcharão em terceiro lugar.

25A bandeira do exército de Dã estará para o norte, segundo os seus esquadrões; e Aieser, filho de Amisadai, será príncipe dos filhos de Dã.

26E o seu exército, os que foram contados deles, era de sessenta e dois mil e setecentos.

27E junto a ele armará as suas tendas a tribo de Aser; e Pagiel, filho de Ocrã, será príncipe dos filhos de Aser.

28E o seu exército, os que foram contados deles, era de quarenta e um mil e quinhentos.

29Depois a tribo de Naftali; e Aira, filho de Enã, será príncipe dos filhos de Naftali.

30E o seu exército, os que foram contados deles, era de cinqüenta e três mil e quatrocentos.

31Todos os que foram contados no exército de Dã foram cento e cinqüenta e sete mil e seiscentos; estes marcharão em último lugar, segundo as suas bandeiras.

32Estes são os que foram contados dos filhos de Israel, segundo a casa de seus pais; todos os que foram contados dos exércitos pelos seus esquadrões foram seiscentos e três mil e quinhentos e cinqüenta.

33Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel, como o SENHOR ordenara a Moisés.

34E os filhos de Israel fizeram conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés; assim armaram o arraial segundo as suas bandeiras, e assim marcharam, cada qual segundo as suas gerações, segundo a casa de seus pais.

Capítulo 03

1E ESTAS são as gerações de Arão e de Moisés, no dia em que o SENHOR falou com Moisés, no monte Sinai.

2E estes são os nomes dos filhos de Arão: o primogênito Nadabe; depois Abiú, Eleazar e Itamar.

3Estes são os nomes dos filhos de Arão, dos sacerdotes ungidos, cujas mãos foram consagradas para administrar o sacerdócio.

4Mas Nadabe e Abiú morreram perante o SENHOR, quando ofereceram fogo estranho perante o SENHOR no deserto de Sinai, e não tiveram filhos; porém Eleazar e Itamar administraram o sacerdócio diante de Arão, seu pai.

5E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

6Faze chegar a tribo de Levi, e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam,

7E tenham cuidado da sua guarda, e da guarda de toda a congregação, diante da tenda da congregação, para administrar o ministério do tabernáculo.

8E tenham cuidado de todos os utensílios da tenda da congregação, e da guarda dos filhos de Israel, para administrar o ministério do tabernáculo.

9Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; dentre os filhos de Israel lhes são dados em dádiva.

10Mas a Arão e a seus filhos ordenarás que guardem o seu sacerdócio, e o estranho que se chegar morrerá.

11E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

12E eu, eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito, que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus.

13Porque todo o primogênito é meu; desde o dia em que tenho ferido a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal: meus serão; Eu sou o SENHOR.

14E falou o SENHOR a Moisés no deserto de Sinai, dizendo:

15Conta os filhos de Levi, segundo a casa de seus pais, pelas suas famílias; contarás a todo o homem da idade de um mês para cima.

16E Moisés os contou conforme ao mandado do SENHOR, como lhe foi ordenado.

17Estes, pois, foram os filhos de Levi pelos seus nomes: Gérson, e Coate e Merari.

18E estes são os nomes dos filhos de Gérson pelas suas famílias: Libni e Simei.

19E os filhos de Coate pelas suas famílias: Amrão, e Jizar, Hebrom e Uziel.

20E os filhos de Merari pelas suas famílias: Maeli e Musi; estas são as famílias dos levitas, segundo a casa de seus pais.

21De Gérson é a família dos libnitas e a família dos simeítas; estas são as famílias dos gersonitas.

22Os que deles foram contados pelo número de todo o homem da idade de um mês para cima, sim, os que deles foram contados eram sete mil e quinhentos.

23As famílias dos gersonitas armarão as suas tendas atrás do tabernáculo, ao ocidente.

24E o príncipe da casa paterna dos gersonitas será Eliasafe, filho de Lael.

25E os filhos de Gérson terão a seu cargo, na tenda da congregação, o tabernáculo, a tenda, a sua coberta, e o véu da porta da tenda da congregação.

26E as cortinas do pátio, e o pavilhão da porta do pátio, que estão junto ao tabernáculo e junto ao altar, em redor; como também as suas cordas para todo o seu serviço.

27E de Coate é a família dos amramitas, e a família dos jizaritas, e a família dos hebronitas, e a família dos uzielitas; estas são as famílias dos coatitas.

28Pelo número contado de todo o homem da idade de um mês para cima, eram oito mil e seiscentos, que tinham cuidado da guarda do santuário.

29As famílias dos filhos de Coate armarão as suas tendas ao lado do tabernáculo, do lado do sul.

30E o príncipe da casa paterna das famílias dos coatitas será Elisafã, filho de Uziel.

31E a sua guarda será a arca, e a mesa, e o candelabro, e os altares, e os utensílios do santuário com que ministram, e o véu com todo o seu serviço.

32E o príncipe dos príncipes de Levi será Eleazar, filho de Arão, o sacerdote; terá a superintendência sobre os que têm cuidado da guarda do santuário.

33De Merari é a família dos malitas e a família dos musitas; estas são as famílias de Merari.

34E os que deles foram contados pelo número de todo o homem de um mês para cima, foram seis mil e duzentos.

35E o príncipe da casa paterna das famílias de Merari será Zuriel, filho de Abiail; armarão as suas tendas ao lado do tabernáculo, do lado do norte.

36E os filhos de Merari terão a seu cargo as tábuas do tabernáculo, os seus varais, as suas colunas, as suas bases, e todos os seus utensílios, com todo o seu serviço.

37E as colunas do pátio em redor, e as suas bases, as suas estacas e as suas cordas.

38E os que armarão as suas tendas diante do tabernáculo, ao oriente, diante da tenda da congregação, para o nascente, serão Moisés e Arão, com seus filhos, tendo o cuidado da guarda do santuário, pela guarda dos filhos de Israel; e o estranho que se chegar

39Todos os que foram contados dos levitas, que contaram Moisés e Arão por mandado do SENHOR, segundo as suas famílias, todo o homem de um mês para cima, foram vinte e dois mil.

40E disse o SENHOR a Moisés: Conta todo o primogênito homem dos filhos de Israel, da idade de um mês para cima, e toma o número dos seus nomes,

41E para mim tomarás os levitas (eu sou o SENHOR), em lugar de todo o primogênito dos filhos de Israel, e os animais dos levitas, em lugar de todo o primogênito entre os animais dos filhos de Israel.

42E contou Moisés, como o SENHOR lhe ordenara, todo o primogênito entre os filhos de Israel.

43E todos os primogênitos homens, pelo número dos nomes dos da idade de um mês para cima, segundo os que eram contados deles, foram vinte e dois mil e duzentos e setenta e três.

44E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

45Toma os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel, e os animais dos levitas em lugar dos seus animais; porquanto os levitas serão meus: Eu sou o SENHOR.

46Quanto aos duzentos e setenta e três, que se houverem de resgatar dos primogênitos dos filhos de Israel, que excedem ao número dos levitas,

47Tomarás, por cabeça, cinco siclos; conforme ao siclo do santuário os tomarás, a vinte geras o siclo.

48E a Arão e a seus filhos darás o dinheiro dos resgatados, dos que sobram entre eles.

49Então Moisés tomou o dinheiro do resgate dos que excederam sobre os resgatados pelos levitas.

50Dos primogênitos dos filhos de Israel recebeu o dinheiro, mil e trezentos e sessenta e cinco siclos, segundo o siclo do santuário.

51E Moisés deu o dinheiro dos resgatados a Arão e a seus filhos, segundo o mandado do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

Capítulo 04

1E FALOU o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

2Fazei a soma dos filhos de Coate, dentre os filhos de Levi, pelas suas famílias, segundo a casa de seus pais;

3Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta anos, será todo aquele que entrar neste serviço, para fazer o trabalho na tenda da congregação.

4Este será o ministério dos filhos de Coate na tenda da congregação, nas coisas santíssimas.

5Quando partir o arraial, Arão e seus filhos virão e tirarão o véu da tenda, e com ele cobrirão a arca do testemunho;

6E pôr-lhe-ão por cima uma coberta de peles de texugos, e sobre ela estenderão um pano, todo azul, e lhe colocarão os varais.

7Também sobre a mesa da proposição estenderão um pano azul; e sobre ela porão os pratos, as colheres, e as taças e os jarros para libação; também o pão contínuo estará sobre ela.

8Depois estenderão em cima deles um pano de carmesim, e com a coberta de peles de texugos o cobrirão, e lhe colocarão os seus varais.

9Então tomarão um pano azul, e cobrirão o candelabro da luminária, e as suas lâmpadas, e os seus espevitadores, e os seus apagadores, e todos os seus vasos de azeite, com que o servem.

10E envolverão, a ele e a todos os seus utensílios, na coberta de peles de texugos; e o colocarão sobre os varais.

11E sobre o altar de ouro estenderão um pano azul, e com a coberta de peles de texugos, o cobrirão, e lhe colocarão os seus varais.

12Também tomarão todos os utensílios do ministério, com que servem no santuário; e os colocarão num pano azul, e os cobrirão com uma coberta de peles de texugos, e os colocarão sobre os varais.

13E tirarão as cinzas do altar, e por cima dele estenderão um pano de púrpura.

14E sobre ele colocarão todos os seus instrumentos com que o servem: os seus braseiros, os garfos e as pás, e as bacias; todos os pertences do altar; e por cima dele estenderão uma coberta de peles de texugos, e lhe colocarão os seus varais.

15Havendo, pois, Arão e seus filhos, ao partir do arraial, acabado de cobrir o santuário, e todos os instrumentos do santuário, então os filhos de Coate virão para levá-lo; mas no santuário não tocarão para que não morram; este é o cargo dos filhos de Coat

16Porém o cargo de Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, será o azeite da luminária e o incenso aromático, e a contínua oferta dos alimentos, e o azeite da unção, o cargo de todo o tabernáculo, e de tudo que nele há, o santuário e os seus utensílios.

17E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

18Não deixareis extirpar a tribo das famílias dos coatitas do meio dos levitas.

19Mas isto lhes fareis, para que vivam e não morram, quando se aproximarem das coisas santíssimas: Arão e seus filhos virão, e a cada um colocarão no seu ministério e no seu cargo,

20Porém não entrarão a ver, quando cobrirem o santuário, para que não morram.

21Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

22Fazei também a soma dos filhos de Gérson, segundo a casa de seus pais, segundo as suas famílias:

23Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar a se ocupar no seu serviço, para executar o ministério na tenda da congregação.

24Este será o ministério das famílias dos gersonitas no serviço e no cargo.

25Levarão, pois, as cortinas do tabernáculo, e a tenda da congregação, e a sua coberta, e a coberta de peles de texugos, que está por cima dele, e a cortina da porta da tenda da congregação,

26E as cortinas do pátio, e a cortina da porta do pátio, que está junto ao tabernáculo, e junto ao altar em redor, e as suas cordas, e todos os instrumentos do seu ministério, com tudo o que diz respeito a eles, para que sirvam.

27Todo o ministério dos filhos dos gersonitas, em todo o seu cargo, e em todo o seu trabalho, será segundo o mandado de Arão e de seus filhos; e lhes designareis as responsabilidades do seu cargo.

28Este é o ministério das famílias dos filhos dos gersonitas na tenda da congregação; e a sua guarda será debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

29Quanto aos filhos de Merari, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais os contarás;

30Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, contarás a todo aquele que entrar neste serviço, para administrar o ministério da tenda da congregação.

31Esta, pois, será a responsabilidade do seu cargo, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação: As tábuas do tabernáculo, e os seus varais, e as suas colunas, e as suas bases;

32Como também as colunas do pátio em redor, e as suas bases, e as suas estacas, e as suas cordas, com todos os seus instrumentos, e com todo o seu ministério; e contareis os objetos que ficarão a seu cargo, nome por nome.

33Este é o ministério das famílias dos filhos de Merari, segundo todo o seu ministério, na tenda da congregação, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

34Moisés, pois, e Arão e os príncipes da congregação contaram os filhos dos coatitas, segundo as suas famílias e segundo a casa de seus pais;

35Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério da tenda da congregação.

36Os que deles foram contados, pois, segundo as suas famílias, foram dois mil e setecentos e cinqüenta.

37Estes são os que foram contados das famílias dos coatitas, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação, os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do SENHOR pela mão de Moisés.

38Semelhantemente os que foram contados dos filhos de Gérson, segundo as suas famílias, e segundo a casa de seus pais;

39Da idade de trinta anos para cima até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação.

40Os que deles foram contados, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais, foram dois mil e seiscentos e trinta.

41Estes são os contados das famílias dos filhos de Gérson, de todo aquele que ministrava na tenda da congregação; os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do SENHOR.

42E os que foram contados das famílias dos filhos de Merari, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais;

43Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrou neste serviço, para o ministério na tenda da congregação.

44Os que deles foram contados, segundo as suas famílias, eram três mil e duzentos.

45Estes são os contados das famílias dos filhos de Merari; os quais Moisés e Arão contaram, conforme ao mandado do SENHOR, pela mão de Moisés.

46Todos os que deles foram contados, que contaram Moisés e Arão, e os príncipes de Israel, dos levitas, segundo as suas famílias, segundo a casa de seus pais;

47Da idade de trinta anos para cima, até aos cinqüenta, todo aquele que entrava a executar o ministério da administração, e o ministério das cargas na tenda da congregação,

48Os que deles foram contados foram oito mil quinhentos e oitenta.

49Conforme ao mandado do SENHOR, pela mão de Moisés, foram contados cada qual segundo o seu ministério, e segundo o seu cargo; assim foram contados por ele, como o SENHOR ordenara a Moisés.

Capítulo 05

1E FALOU o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Ordena aos filhos de Israel que lancem fora do arraial a todo o leproso, e a todo o que padece fluxo, e a todos os imundos por causa de contato com algum morto.

3Desde o homem até a mulher os lançareis; fora do arraial os lançareis; para que não contaminem os seus arraiais, no meio dos quais eu habito.

4E os filhos de Israel fizeram assim, e os lançaram fora do arraial; como o SENHOR falara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.

5Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

6Dize aos filhos de Israel: Quando homem ou mulher fizer algum de todos os pecados humanos, transgredindo contra o SENHOR, tal alma culpada é.

7E confessará o seu pecado que cometeu; pela sua culpa, fará plena restituição, segundo a soma total, e lhe acrescentará a sua quinta parte, e a dará àquele contra quem se fez culpado.

8Mas, se aquele homem não tiver resgatador, a quem se restitua a culpa, então a culpa que se restituir ao SENHOR será do sacerdote, além do carneiro da expiação pelo qual por ele se fará expiação.

9Semelhantemente toda a oferta de todas as coisas santificadas dos filhos de Israel, que trouxerem ao sacerdote, será sua.

10E as coisas santificadas de cada um serão suas; o que alguém der ao sacerdote será seu.

11Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

12Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando a mulher de alguém se desviar, e transgredir contra ele,

13De maneira que algum homem se tenha deitado com ela, e for oculto aos olhos de seu marido, e ela o tiver ocultado, havendo-se ela contaminado, e contra ela não houver testemunha, e no feito não for apanhada,

14E o espírito de ciúmes vier sobre ele, e de sua mulher tiver ciúmes, por ela se haver contaminado, ou sobre ele vier o espírito de ciúmes, e de sua mulher tiver ciúmes, não se havendo ela contaminado,

15Então aquele homem trará a sua mulher perante o sacerdote, e juntamente trará a sua oferta por ela; uma décima de efa de farinha de cevada, sobre a qual não deitará azeite, nem sobre ela porá incenso, porquanto é oferta de alimentos por ciúmes, oferta me

16E o sacerdote a fará chegar, e a porá perante a face do SENHOR.

17E o sacerdote tomará água santa num vaso de barro; também tomará o sacerdote do pó que houver no chão do tabernáculo, e o deitará na água.

18Então o sacerdote apresentará a mulher perante o SENHOR, e descobrirá a cabeça da mulher; e a oferta memorativa, que é a oferta por ciúmes, porá sobre as suas mãos, e a água amarga, que traz consigo a maldição, estará na mão do sacerdote.

19E o sacerdote a fará jurar, e dirá àquela mulher: Se ninguém contigo se deitou, e se não te apartaste de teu marido pela imundícia, destas águas amargas, amaldiçoantes, serás livre.

20Mas, se te apartaste de teu marido, e te contaminaste, e algum homem, fora de teu marido, se deitou contigo,

21Então o sacerdote fará jurar à mulher com o juramento da maldição; e o sacerdote dirá à mulher: O SENHOR te ponha por maldição e por praga no meio do teu povo, fazendo-te o SENHOR consumir a tua coxa e inchar o teu ventre.

22E esta água amaldiçoante entre nas tuas entranhas, para te fazer inchar o ventre, e te fazer consumir a coxa. Então a mulher dirá: Amém, Amém.

23Depois o sacerdote escreverá estas mesmas maldições num livro, e com a água amarga as apagará.

24E a água amarga, amaldiçoante, dará a beber à mulher, e a água amaldiçoante entrará nela para amargurar.

25E o sacerdote tomará a oferta por ciúmes da mão da mulher, e moverá a oferta perante o SENHOR; e a oferecerá sobre o altar.

26Também o sacerdote tomará um punhado da oferta memorativa, e sobre o altar a queimará; e depois dará a beber a água à mulher.

27E, havendo-lhe dado a beber aquela água, será que, se ela se tiver contaminado, e contra seu marido tiver transgredido, a água amaldiçoante entrará nela para amargura, e o seu ventre se inchará, e consumirá a sua coxa; e aquela mulher será por maldição n

28E, se a mulher se não tiver contaminado, mas estiver limpa, então será livre, e conceberá filhos.

29Esta é a lei dos ciúmes, quando a mulher, em poder de seu marido, se desviar e for contaminada;

30Ou quando sobre o homem vier o espírito de ciúmes, e tiver ciúmes de sua mulher, apresente a mulher perante o SENHOR, e o sacerdote nela execute toda esta lei.

31E o homem será livre da iniqüidade, porém a mulher levará a sua iniqüidade.

Capítulo 06

1E FALOU o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando um homem ou mulher se tiver separado, fazendo voto de nazireu, para se separar ao SENHOR,

3De vinho e de bebida forte se apartará; vinagre de vinho, nem vinagre de bebida forte não beberá; nem beberá alguma beberagem de uvas; nem uvas frescas nem secas comerá.

4Todos os dias do seu nazireado não comerá de coisa alguma, que se faz da vinha, desde os caroços até às cascas.

5Todos os dias do voto do seu nazireado sobre a sua cabeça não passará navalha; até que se cumpram os dias, que se separou ao SENHOR, santo será, deixando crescer livremente o cabelo da sua cabeça.

6Todos os dias que se separar para o SENHOR não se aproximará do corpo de um morto.

7Por seu pai, ou por sua mãe, por seu irmão, ou por sua irmã, por eles se não contaminará quando forem mortos; porquanto o nazireado do seu Deus está sobre a sua cabeça.

8Todos os dias do seu nazireado santo será ao SENHOR.

9E se alguém vier a morrer junto a ele por acaso, subitamente, que contamine a cabeça do seu nazireado, então no dia da sua purificação rapará a sua cabeça, ao sétimo dia a rapará.

10E ao oitavo dia trará duas rolas, ou dois pombinhos, ao sacerdote, à porta da tenda da congregação;

11E o sacerdote oferecerá, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto; e fará expiação por ele, do que pecou relativamente ao morto; assim naquele mesmo dia santificará a sua cabeça.

12Então separará os dias do seu nazireado ao SENHOR, e para expiação da transgressão trará um cordeiro de um ano; e os dias antecedentes serão perdidos, porquanto o seu nazireado foi contaminado.

13E esta é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, trá-lo-ão à porta da tenda da congregação;

14E ele oferecerá a sua oferta ao SENHOR, um cordeiro sem defeito de um ano em holocausto, e uma cordeira sem defeito de um ano para expiação do pecado, e um carneiro sem defeito por oferta pacífica;

15E um cesto de pães ázimos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e coscorões ázimos untados com azeite, como também a sua oferta de alimentos, e as suas libações.

16E o sacerdote os trará perante o SENHOR, e sacrificará a sua expiação do pecado, e o seu holocausto;

17Também sacrificará o carneiro em sacrifício pacífico ao SENHOR, com o cesto dos pães ázimos; e o sacerdote oferecerá a sua oferta de alimentos, e a sua libação.

18Então o nazireu à porta da tenda da congregação rapará a cabeça do seu nazireado, e tomará o cabelo da cabeça do seu nazireado, e o porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico.

19Depois o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um pão ázimo do cesto, e um coscorão ázimo, e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver rapado a cabeça do seu nazireado.

20E o sacerdote os oferecerá em oferta de movimento perante o SENHOR: Isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta de movimento, e com a espádua da oferta alçada; e depois o nazireu poderá beber vinho.

21Esta é a lei do nazireu, que fizer voto da sua oferta ao SENHOR pelo seu nazireado, além do que suas posses lhe permitirem; segundo o seu voto, que fizer, assim fará conforme à lei do seu nazireado.

22E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

23Fala a Arão, e a seus filhos dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes:

24O SENHOR te abençoe e te guarde;

25O SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;

26O SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

27Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.

Capítulo 07

1E ACONTECEU, no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o santificou, e todos os seus utensílios; também o altar, e todos os seus pertences, e os ungiu, e os santificou,

2Que os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que estavam sobre os que foram contados, ofereceram,

3E trouxeram a sua oferta perante o SENHOR, seis carros cobertos, e doze bois; por dois príncipes um carro, e cada um deles um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.

4E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

5Recebe-os deles, e serão para servir no ministério da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu ministério.

6Assim Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas.

7Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu ministério;

8E quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu ministério, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

9Mas aos filhos de Coate nada deu, porquanto a seu cargo estava o santuário e o levavam aos ombros.

10E ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; apresentaram, pois, os príncipes a sua oferta perante o altar.

11E disse o SENHOR a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a consagração do altar.

12O que, pois, no primeiro dia apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá.

13E a sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

14Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

15Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

16Um bode para expiação do pecado;

17E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe.

18No segundo dia fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar.

19E como sua oferta ofereceu um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para a oferta de alimentos;

20Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

21Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

22Um bode para expiação do pecado;

23E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filho de Zuar.

24No terceiro dia ofereceu o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

25A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos;

26Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

27Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

28Um bode para expiação do pecado;

29E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom.

30No quarto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur;

31A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

32Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

33Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

34Um bode para expiação do pecado;

35E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur.

36No quinto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

37A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos;

38Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

39Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano para holocausto;

40Um bode para expiação do pecado;

41E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.

42No sexto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Gade; Eliasafe, filho de Deuel.

43A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

44Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

45Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

46Um bode para expiação do pecado.

47E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel.

48No sétimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde.

49A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

50Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

51Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

52Um bode para expiação do pecado;

53E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde.

54No oitavo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

55A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

56Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

57Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

58Um bode para expiação do pecado;

59E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.

60No dia nono ofereceu o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;

61A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

62Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

63Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

64Um bode para expiação do pecado;

65E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã filho de Gideoni.

66No décimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Dã, Aieser, filho de Amisadai.

67A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

68Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

69Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

70Um bode para expiação do pecado;

71E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aieser, filho de Amisadai.

72No dia undécimo ofereceu o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;

73A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

74Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

75Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

76Um bode para expiação do pecado;

77E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Pagiel, filho de Ocrã.

78No duodécimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

79A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

80Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

81Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

82Um bode para expiação do pecado;

83E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aira, filho de Enã.

84Esta foi a consagração do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido, doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro.

85Cada prato de prata de cento e trinta siclos, e cada bacia de setenta; toda a prata dos vasos foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;

86Doze colheres de ouro cheias de incenso, cada colher de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres foi de cento e vinte siclos;

87Todos os animais para holocausto foram doze novilhos, doze carneiros, doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de alimentos e doze bodes para expiação do pecado.

88E todos os animais para sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos, os carneiros sessenta, os bodes sessenta, os cordeiros de um ano sessenta; esta foi a consagração do altar, depois que foi ungido.

89E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com ele, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava.

Capítulo 08

1E FALOU o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Fala a Arão, e dize-lhe: Quando acenderes as lâmpadas, as sete lâmpadas iluminarão o espaço em frente do candelabro.

3E Arão fez assim: Acendeu as lâmpadas do candelabro para iluminar o espaço em frente, como o SENHOR ordenara a Moisés.

4E era esta a obra do candelabro, obra de ouro batido; desde o seu pé até às suas flores era ele de ouro batido; conforme ao modelo que o SENHOR mostrara a Moisés, assim ele fez o candelabro.

5E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

6Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os;

7E assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão.

8Então tomarão um novilho, com a sua oferta de alimentos de flor de farinha amassada com azeite; e tomarás tu outro novilho, para expiação do pecado.

9E farás chegar os levitas perante a tenda da congregação e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel.

10Farás, pois, chegar os levitas perante o SENHOR; e os filhos de Israel porão as suas mãos sobre os levitas.

11E Arão oferecerá os levitas por oferta movida, perante o SENHOR, pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do SENHOR.

12E os levitas colocarão as suas mãos sobre a cabeça dos novilhos; então sacrifica tu, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto ao SENHOR, para fazer expiação pelos levitas.

13E porás os levitas perante Arão, e perante os seus filhos, e os oferecerá por oferta movida ao SENHOR.

14E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas sejam meus.

15E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás.

16Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado.

17Porque meu é todo o primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo o primogênito, os santifiquei para mim.

18E tomei os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel.

19E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, tenho dado para ministrarem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazer expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre eles, chegando-se os

20E assim fizeram Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel, com os levitas; conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram.

21E os levitas se purificaram, e lavaram as suas vestes, e Arão os ofereceu por oferta movida perante o SENHOR, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los.

22E depois vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o SENHOR ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.

23E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

24Este é o ofício dos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o serviço no ministério da tenda da congregação;

25Mas desde a idade de cinqüenta anos sairão do serviço deste ministério, e nunca mais servirão;

26Porém com os seus irmãos servirão na tenda da congregação, para terem cuidado da guarda; mas o ministério não exercerão; assim farás com os levitas quanto aos seus deveres.

Capítulo 09

1E FALOU o SENHOR a Moisés no deserto de Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no primeiro mês, dizendo:

2Celebrem os filhos de Israel a páscoa a seu tempo determinado.

3No dia catorze deste mês, pela tarde, a seu tempo determinado a celebrareis; segundo todos os seus estatutos, e segundo todos os seus ritos, a celebrareis.

4Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a páscoa.

5Então celebraram a páscoa no dia catorze do primeiro mês, pela tarde, no deserto de Sinai; conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.

6E houve alguns que estavam imundos por terem tocado o corpo de um homem morto; e não podiam celebrar a páscoa naquele dia; por isso se chegaram perante Moisés e Arão naquele mesmo dia;

7E aqueles homens disseram-lhe: Imundos estamos nós pelo corpo de um homem morto; por que seríamos privados de oferecer a oferta do SENHOR a seu tempo determinado no meio dos filhos de Israel?

8E disse-lhes Moisés: Esperai, e eu ouvirei o que o SENHOR vos ordenará.

9Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

10Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós, ou entre as vossas gerações, for imundo por tocar corpo morto, ou achar-se em jornada longe de vós, contudo ainda celebrará a páscoa ao SENHOR.

11No mês segundo, no dia catorze à tarde, a celebrarão; com pães ázimos e ervas amargas a comerão.

12Dela nada deixarão até à manhã, e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da páscoa a celebrarão.

13Porém, quando um homem for limpo, e não estiver em viajem, e deixar de celebrar a páscoa, essa alma do seu povo será extirpada; porquanto não ofereceu a oferta do SENHOR a seu tempo determinado; esse homem levará o seu pecado.

14E, quando um estrangeiro peregrinar entre vós, e também celebrar a páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da páscoa e segundo o seu rito assim a celebrará; um mesmo estatuto haverá para vós, assim para o estrangeiro, como para o natural da terra.

15E no dia em que foi levantado o tabernáculo, a nuvem cobriu o tabernáculo sobre a tenda do testemunho; e à tarde estava sobre o tabernáculo com uma aparência de fogo até à manhã.

16Assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e de noite havia aparência de fogo.

17Mas sempre que a nuvem se alçava de sobre a tenda, os filhos de Israel partiam; e no lugar onde a nuvem parava, ali os filhos de Israel se acampavam.

18Segundo a ordem do SENHOR, os filhos de Israel partiam, e segundo a ordem do SENHOR se acampavam; todos os dias em que a nuvem parava sobre o tabernáculo, ficavam acampados.

19E, quando a nuvem se detinha muitos dias sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel cumpriam a ordem do SENHOR, e não partiam.

20E, quando a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo, segundo a ordem do SENHOR se alojavam, e segundo a ordem do SENHOR partiam.

21Porém, outras vezes a nuvem ficava desde a tarde até à manhã, e quando ela se alçava pela manhã, então partiam; quer de dia quer de noite alçando-se a nuvem, partiam.

22Ou, quando a nuvem sobre o tabernáculo se detinha dois dias, ou um mês, ou um ano, ficando sobre ele, então os filhos de Israel se alojavam, e não partiam; e alçando-se ela, partiam.

23Segundo a ordem do SENHOR se alojavam, e segundo a ordem do SENHOR partiam; cumpriam o seu dever para com o SENHOR, segundo a ordem do SENHOR por intermédio de Moisés.

Capítulo 10

1FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te servirão para a convocação da congregação, e para a partida dos arraiais.

3E, quando as tocarem, então toda a congregação se reunirá a ti à porta da tenda da congregação.

4Mas, quando tocar uma só, então a ti se congregarão os príncipes, os cabeças dos milhares de Israel.

5Quando, retinindo, as tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do lado do oriente.

6Mas, quando a segunda vez retinindo, as tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do lado do sul; retinindo, as tocarão para as suas partidas.

7Porém, ajuntando a congregação, as tocareis; mas sem retinir.

8E os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós serão por estatuto perpétuo nas vossas gerações.

9E, quando na vossa terra sairdes a pelejar contra o inimigo, que vos oprime, também tocareis as trombetas retinindo, e perante o SENHOR vosso Deus haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.

10Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades, e nos princípios de vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial perante vosso Deus: Eu sou o SE

11E aconteceu, no ano segundo, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se alçou de sobre o tabernáculo da congregação.

12E os filhos de Israel, segundo a ordem de marcha, partiram do deserto de Sinai; e a nuvem parou no deserto de Parã.

13Assim partiram pela primeira vez segundo a ordem do SENHOR, por intermédio de Moisés.

14Porque primeiramente partiu a bandeira do arraial dos filhos de Judá segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Naassom, filho de Aminadabe.

15E sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar.

16E sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

17Então desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo.

18Depois partiu a bandeira do arraial de Rúben segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur.

19E sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

20E sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.

21Então partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros levantaram o tabernáculo, enquanto estes vinham.

22Depois partiu a bandeira do arraial dos filhos de Efraim segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde.

23E sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

24E sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.

25Então partiu a bandeira do arraial dos filhos de Dã, fechando todos os arraiais segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Aieser, filho de Amisadai.

26E sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.

27E sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

28Esta era a ordem das partidas dos filhos de Israel segundo os seus exércitos, quando partiam.

29Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar, de que o SENHOR disse: Vo-lo darei; vai conosco e te faremos bem; porque o SENHOR falou bem sobre Israel.

30Porém ele lhe disse: Não irei; antes irei à minha terra e à minha parentela.

31E ele disse: Ora, não nos deixes; porque tu sabes onde devemos acampar no deserto; nos servirás de guia.

32E será que, vindo tu conosco, e sucedendo o bem que o SENHOR nos fizer, também nós te faremos bem.

33Assim partiram do monte do SENHOR caminho de três dias; e a arca da aliança do SENHOR caminhou diante deles caminho de três dias, para lhes buscar lugar de descanso.

34E a nuvem do SENHOR ia sobre eles de dia, quando partiam do arraial.

35Acontecia que, partindo a arca, Moisés dizia: Levanta-te, SENHOR, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os odiadores.

36E, pousando ela, dizia: Volta, ó SENHOR, para os muitos milhares de Israel.

Capítulo 11

1E ACONTECEU que, queixou-se o povo falando o que era mal aos ouvidos do SENHOR; e ouvindo o SENHOR a sua ira se acendeu; e o fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.

2Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao SENHOR, e o fogo se apagou.

3Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do SENHOR se acendera entre eles.

4E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer?

5Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos.

6Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.

7E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.

8Espalhava-se o povo e o colhia, e em moinhos o moía, ou num gral o pisava, e em panelas o cozia, e dele fazia bolos; e o seu sabor era como o sabor de azeite fresco.

9E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele.

10Então Moisés ouviu chorar o povo pelas suas famílias, cada qual à porta da sua tenda; e a ira do SENHOR grandemente se acendeu, e pareceu mal aos olhos de Moisés.

11E disse Moisés ao SENHOR: Por que fizeste mal a teu servo, e por que não achei graça aos teus olhos, visto que puseste sobre mim o cargo de todo este povo?

12Concebi eu porventura todo este povo? Dei-o eu à luz? para que me dissesses: leva-o ao teu colo, como a ama leva a criança que mama, à terra que juraste a seus pais?

13De onde teria eu carne para dar a todo este povo? Porquanto contra mim choram, dizendo: Dá-nos carne a comer;

14Eu só não posso levar a todo este povo, porque muito pesado é para mim.

15E se assim fazes comigo, mata-me, peço-te, se tenho achado graça aos teus olhos, e não me deixes ver o meu mal.

16E disse o SENHOR a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da congregação, e ali estejam contigo.

17Então eu descerei e ali falarei contigo, e tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu não a leves sozinho.

18E dirás ao povo: Santificai-vos para amanhã, e comereis carne; porquanto chorastes aos ouvidos do SENHOR, dizendo: Quem nos dará carne a comer? Pois íamos bem no Egito; por isso o SENHOR vos dará carne, e comereis;

19Não comereis um dia, nem dois dias, nem cinco dias, nem dez dias, nem vinte dias;

20Mas um mês inteiro, até vos sair pelas narinas, até que vos enfastieis dela; porquanto rejeitastes ao SENHOR, que está no meio de vós, e chorastes diante dele, dizendo: Por que saímos do Egito?

21E disse Moisés: Seiscentos mil homens de pé é este povo, no meio do qual estou; e tu tens dito: Dar-lhes-ei carne, e comerão um mês inteiro.

22Degolar-se-ão para eles ovelhas e vacas que lhes bastem? Ou ajuntar-se-ão para eles todos os peixes do mar, que lhes bastem?

23Porém, o SENHOR disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do SENHOR? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não.

24E saiu Moisés, e falou as palavras do SENHOR ao povo, e ajuntou setenta homens dos anciãos do povo e os pôs ao redor da tenda.

25Então o SENHOR desceu na nuvem, e lhe falou; e, tirando do espírito, que estava sobre ele, o pôs sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas depois nunca mais.

26Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e do outro Medade; e repousou sobre eles o espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial.

27Então correu um moço e anunciou a Moisés e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial.

28E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho.

29Porém, Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do SENHOR fosse profeta, e que o SENHOR pusesse o seu espírito sobre ele!

30Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel.

31Então soprou um vento do SENHOR e trouxe codornizes do mar, e as espalhou pelo arraial quase caminho de um dia, de um lado e de outro lado, ao redor do arraial; quase dois côvados sobre a terra.

32Então o povo se levantou todo aquele dia e toda aquela noite, e todo o dia seguinte, e colheram as codornizes; o que menos tinha, colhera dez ômeres; e as estenderam para si ao redor do arraial.

33Quando a carne estava entre os seus dentes, antes que fosse mastigada, se acendeu a ira do SENHOR contra o povo, e feriu o SENHOR o povo com uma praga mui grande.

34Por isso o nome daquele lugar se chamou Quibrote-Ataavá, porquanto ali enterraram o povo que teve o desejo.

35De Quibrote-Ataavá caminhou o povo para Hazerote, e pararam em Hazerote.

Capítulo 12

1E FALARAM Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, com quem casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita.

2E disseram: Porventura falou o SENHOR somente por Moisés? Não falou também por nós? E o SENHOR o ouviu.

3E era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.

4E logo o SENHOR disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três.

5Então o SENHOR desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã e ambos saíram.

6E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o SENHOR, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele.

7Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa.

8Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do SENHOR; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés?

9Assim a ira do SENHOR contra eles se acendeu; e retirou-se.

10E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa.

11Por isso Arão disse a Moisés: Ai, senhor meu, não ponhas sobre nós este pecado, pois agimos loucamente, e temos pecado.

12Ora, não seja ela como um morto, que saindo do ventre de sua mãe, a metade da sua carne já esteja consumida.

13Clamou, pois, Moisés ao SENHOR, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures.

14E disse o SENHOR a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? Esteja fechada sete dias fora do arraial, e depois a recolham.

15Assim Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã.

16Porém, depois o povo partiu de Hazerote; e acampou-se no deserto de Parã.

Capítulo 13

1E FALOU o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada um príncipe entre eles.

3E enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo a ordem do SENHOR; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel.

4E estes são os seus nomes: Da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur;

5Da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori;

6Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;

7Da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José;

8Da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num;

9Da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu;

10Da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi;

11Da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi filho de Susi;

12Da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali;

13Da tribo de Aser, Setur, filho de Micael;

14Da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi;

15Da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui.

16Estes são os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oséias, filho de Num, Moisés chamou Josué.

17Enviou-os, pois, Moisés a espiar a terra de Canaã; e disse-lhes: Subi por aqui para o lado do sul, e subi à montanha:

18E vede que terra é, e o povo que nela habita; se é forte ou fraco; se pouco ou muito.

19E como é a terra em que habita, se boa ou má; e quais são as cidades em que eles habitam; se em arraiais, ou em fortalezas.

20Também como é a terra, se fértil ou estéril; se nela há árvores, ou não; e esforçai-vos, e tomai do fruto da terra. E eram aqueles dias os dias das primícias das uvas.

21Assim subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim, até Reobe, à entrada de Hamate.

22E subiram para o lado do sul, e vieram até Hebrom; e estavam ali Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Enaque (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã no Egito).

23Depois foram até ao vale de Escol, e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens, sobre uma vara; como também das romãs e dos figos.

24Chamaram àquele lugar o vale de Escol, por causa do cacho que dali cortaram os filhos de Israel.

25E eles voltaram de espiar a terra, ao fim de quarenta dias.

26E caminharam, e vieram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, em Cades; e deram-lhes notícias, a eles, e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra.

27E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o seu fruto.

28O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Enaque.

29Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam junto do mar, e pela margem do Jordão.

30Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela.

31Porém, os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.

32E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.

33Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.

Capítulo 14

1ENTÃO toda a congregação levantou a sua voz; e o povo chorou naquela noite.

2E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Quem dera tivéssemos morrido na terra do Egito! ou, mesmo neste deserto!

3E por que o SENHOR nos traz a esta terra, para cairmos à espada, e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos ao Egito?

4E diziam uns aos outros: Constituamos um líder, e voltemos ao Egito.

5Então Moisés e Arão caíram sobre os seus rostos perante toda a congregação dos filhos de Israel.

6E Josué, filho de Num, e Calebe filho de Jefoné, dos que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes.

7E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pela qual passamos a espiar é terra muito boa.

8Se o SENHOR se agradar de nós, então nos porá nesta terra, e no-la dará; terra que mana leite e mel.

9Tão-somente não sejais rebeldes contra o SENHOR, e não temais o povo dessa terra, porquanto são eles nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o SENHOR é conosco; não os temais.

10Mas toda a congregação disse que os apedrejassem; porém a glória do SENHOR apareceu na tenda da congregação a todos os filhos de Israel.

11E disse o SENHOR a Moisés: Até quando me provocará este povo? e até quando não crerá em mim, apesar de todos os sinais que fiz no meio dele?

12Com pestilência o ferirei, e o rejeitarei; e te farei a ti povo maior e mais forte do que este.

13E disse Moisés ao SENHOR: Assim os egípcios o ouvirão; porquanto com a tua força fizeste subir este povo do meio deles.

14E dirão aos moradores desta terra, os quais ouviram que tu, ó SENHOR, estás no meio deste povo, que face a face, ó SENHOR, lhes apareces, que tua nuvem está sobre ele e que vais adiante dele numa coluna de nuvem de dia, e numa coluna de fogo de noite.

15E se matares este povo como a um só homem, então as nações, que antes ouviram a tua fama, falarão, dizendo:

16Porquanto o SENHOR não podia pôr este povo na terra que lhe tinha jurado; por isso os matou no deserto.

17Agora, pois, rogo-te que a força do meu Senhor se engrandeça; como tens falado, dizendo:

18O SENHOR é longânimo, e grande em misericórdia, que perdoa a iniqüidade e a transgressão, que o culpado não tem por inocente, e visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração.

19Perdoa, pois, a iniqüidade deste povo, segundo a grandeza da tua misericórdia; e como também perdoaste a este povo desde a terra do Egito até aqui.

20E disse o SENHOR: Conforme à tua palavra lhe perdoei.

21Porém, tão certamente como eu vivo, e como a glória do SENHOR encherá toda a terra,

22E que todos os homens que viram a minha glória e os meus sinais, que fiz no Egito e no deserto, e me tentaram estas dez vezes, e não obedeceram à minha voz,

23Não verão a terra de que a seus pais jurei, e nenhum daqueles que me provocaram a verá.

24Porém o meu servo Calebe, porquanto nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o levarei à terra em que entrou, e a sua descendência a possuirá em herança.

25Ora, os amalequitas e os cananeus habitam no vale; tornai-vos amanhã e caminhai para o deserto pelo caminho do Mar Vermelho.

26Depois falou o SENHOR a Moisés e a Arão dizendo:

27Até quando sofrerei esta má congregação, que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel, com que murmuram contra mim.

28Dize-lhes: Vivo eu, diz o SENHOR, que, como falastes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros.

29Neste deserto cairão os vossos cadáveres, como também todos os que de vós foram contados segundo toda a vossa conta, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes;

30Não entrareis na terra, pela qual levantei a minha mão que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

31Mas os vossos filhos, de que dizeis: Por presa serão, porei nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes.

32Porém, quanto a vós, os vossos cadáveres cairão neste deserto.

33E vossos filhos pastorearão neste deserto quarenta anos, e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que os vossos cadáveres se consumam neste deserto.

34Segundo o número dos dias em que espiastes esta terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniqüidades quarenta anos, e conhecereis o meu afastamento.

35Eu, o SENHOR, falei; assim farei a toda esta má congregação, que se levantou contra mim; neste deserto se consumirão, e aí falecerão.

36E os homens que Moisés mandara a espiar a terra, e que, voltando, fizeram murmurar toda a congregação contra ele, infamando a terra,

37Aqueles mesmos homens que infamaram a terra, morreram de praga perante o SENHOR.

38Mas Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos homens que foram espiar a terra, ficaram com vida.

39E falou Moisés estas palavras a todos os filhos de Israel; então o povo se contristou muito.

40E levantaram-se pela manhã de madrugada, e subiram ao cume do monte, dizendo: Eis-nos aqui, e subiremos ao lugar que o SENHOR tem falado; porquanto havemos pecado.

41Mas Moisés disse: Por que transgredis o mandado do SENHOR? Pois isso não prosperará.

42Não subais, pois o SENHOR não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos.

43Porque os amalequitas e os cananeus estão ali diante da vossa face, e caireis à espada; pois, porquanto vos desviastes do SENHOR, o SENHOR não estará convosco.

44Contudo, temerariamente, tentaram subir ao cume do monte; mas a arca da aliança do SENHOR e Moisés não se apartaram do meio do arraial.

45Então desceram os amalequitas e os cananeus, que habitavam na montanha, e os feriram, derrotando-os até Horma.

Capítulo 15

1DEPOIS falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra das vossas habitações, que eu vos hei de dar,

3E ao SENHOR fizerdes oferta queimada, holocausto, ou sacrifício, para cumprir um voto, ou em oferta voluntária, ou nas vossas solenidades, para fazerdes ao SENHOR um cheiro suave de ovelhas ou gado,

4Então aquele que apresentar a sua oferta ao SENHOR, por oferta de alimentos trará uma décima de flor de farinha misturada com a quarta parte de um him de azeite.

5E de vinho para libação prepararás a quarta parte de um him, para holocausto, ou para sacrifício para cada cordeiro;

6E para cada carneiro prepararás uma oferta de alimentos de duas décimas de flor de farinha, misturada com a terça parte de um him de azeite.

7E de vinho para a libação oferecerás a terça parte de um him ao SENHOR, em cheiro suave.

8E, quando preparares novilho para holocausto ou sacrifício, para cumprir um voto, ou um sacrifício pacífico ao SENHOR,

9Com o novilho apresentarás uma oferta de alimentos de três décimas de flor de farinha misturada com a metade de um him de azeite.

10E de vinho para a libação oferecerás a metade de um him, oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR.

11Assim se fará com cada boi, ou com cada carneiro, ou com cada um dos cordeiros ou cabritos.

12Segundo o número que oferecerdes, assim o fareis com cada um, segundo o número deles.

13Todo o natural assim fará estas coisas, oferecendo oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR.

14Quando também peregrinar convosco algum estrangeiro, ou que estiver no meio de vós nas vossas gerações, e ele apresentar uma oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR, como vós fizerdes, assim fará ele.

15Um mesmo estatuto haja para vós, ó congregação, e para o estrangeiro que entre vós peregrina, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós, assim será o peregrino perante o SENHOR.

16Uma mesma lei e um mesmo direito haverá para vós e para o estrangeiro que peregrina convosco.

17Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

18Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra em que vos hei de introduzir,

19Acontecerá que, quando comerdes do pão da terra, então oferecereis ao SENHOR oferta alçada.

20Das primícias da vossa massa oferecereis um bolo em oferta alçada; como a oferta da eira, assim o oferecereis.

21Das primícias das vossas massas dareis ao SENHOR oferta alçada nas vossas gerações.

22E, quando vierdes a errar, e não cumprirdes todos estes mandamentos, que o SENHOR falou a Moisés,

23Tudo quanto o SENHOR vos tem mandado por intermédio de Moisés, desde o dia que o SENHOR ordenou, e dali em diante, nas vossas gerações,

24Será que, quando se fizer alguma coisa por ignorância, e for encoberto aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho para holocausto em cheiro suave ao SENHOR, com a sua oferta de alimentos e libação conforme ao estatuto, e um bode pa

25E o sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado, porquanto foi por ignorância; e trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao SENHOR, e a sua expiação do pecado perante o SENHOR, por causa da sua ignorância.

26Será, pois, perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel, e mais ao estrangeiro que peregrina no meio deles, porquanto por ignorância sobreveio a todo o povo.

27E, se alguma alma pecar por ignorância, para expiação do pecado oferecerá uma cabra de um ano.

28E o sacerdote fará expiação pela pessoa que pecou, quando pecar por ignorância, perante o SENHOR, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado.

29Para o natural dos filhos de Israel, e para o estrangeiro que no meio deles peregrina, uma mesma lei vos será, para aquele que pecar por ignorância.

30Mas a pessoa que fizer alguma coisa temerariamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao SENHOR; tal pessoa será extirpada do meio do seu povo.

31Pois desprezou a palavra do SENHOR, e anulou o seu mandamento; totalmente será extirpada aquela pessoa, a sua iniqüidade será sobre ela.

32Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado.

33E os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação.

34E o puseram em guarda; porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer.

35Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Certamente morrerá aquele homem; toda a congregação o apedrejará fora do arraial.

36Então toda a congregação o tirou para fora do arraial, e o apedrejaram, e morreu, como o SENHOR ordenara a Moisés.

37E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

38Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul.

39E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR, e os cumprais; e não seguireis o vosso coração, nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo.

40Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sejais a vosso Deus.

41Eu sou o SENHOR vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para ser vosso Deus. Eu sou o SENHOR vosso Deus.

Capítulo 16

1E CORÉ, filho de Jizar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe, e a Om, filho de Pelete, filhos de Rúben.

2E levantaram-se perante Moisés com duzentos e cinqüenta homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, chamados à assembléia, homens de posição,

3E se congregaram contra Moisés e contra Arão, e lhes disseram: Basta-vos, pois que toda a congregação é santa, todos são santos, e o SENHOR está no meio deles; por que, pois, vos elevais sobre a congregação do SENHOR?

4Quando Moisés ouviu isso, caiu sobre o seu rosto.

5E falou a Coré e a toda a sua congregação, dizendo: Amanhã pela manhã o SENHOR fará saber quem é seu, e quem é o santo que ele fará chegar a si; e aquele a quem escolher fará chegar a si.

6Fazei isto: Tomai vós incensários, Coré e todo seu grupo;

7E, pondo fogo neles amanhã, sobre eles deitai incenso perante o SENHOR; e será que o homem a quem o SENHOR escolher, este será o santo; basta-vos, filhos de Levi.

8Disse mais Moisés a Coré: Ouvi agora, filhos de Levi:

9Porventura pouco para vós é que o Deus de Israel vos tenha separado da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, e administrar o ministério do tabernáculo do SENHOR e estar perante a congregação para ministrar-lhe;

10E te fez chegar, e todos os teus irmãos, os filhos de Levi, contigo? ainda também procurais o sacerdócio?

11Assim tu e todo o teu grupo estais contra o SENHOR; e Arão, quem é ele, que murmureis contra ele?

12E Moisés mandou chamar a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe; porém eles disseram: Não subiremos;

13Porventura pouco é que nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel, para nos matares neste deserto, senão que também queres fazer-te príncipe sobre nós?

14Nem tampouco nos trouxeste a uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campo e vinhas em herança; porventura arrancarás os olhos a estes homens? Não subiremos.

15Então Moisés irou-se muito, e disse ao SENHOR: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento tomei deles, nem a nenhum deles fiz mal.

16Disse mais Moisés a Coré: Tu e todo o teu grupo ponde-vos perante o SENHOR, tu e eles, e Arão, amanhã.

17E tomai cada um o seu incensário, e neles ponde incenso; e trazei cada um o seu incensário perante o SENHOR, duzentos e cinqüenta incensários; também tu e Arão, cada um o seu incensário.

18Tomaram, pois, cada um o seu incensário, e neles puseram fogo, e neles deitaram incenso, e se puseram perante a porta da tenda da congregação com Moisés e Arão.

19E Coré fez ajuntar contra eles todo o povo à porta da tenda da congregação; então a glória do SENHOR apareceu a toda a congregação.

20E falou o SENHOR a Moisés e a Arão, dizendo:

21Apartai-vos do meio desta congregação, e os consumirei num momento.

22Mas eles se prostraram sobre os seus rostos, e disseram: Ó Deus, Deus dos espíritos de toda a carne, pecará um só homem, e indignar-te-ás tu contra toda esta congregação?

23E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

24Fala a toda esta congregação, dizendo: Subi do derredor da habitação de Coré, Datã e Abirão.

25Então Moisés levantou-se, e foi a Datã e a Abirão; e após ele seguiram os anciãos de Israel.

26E falou à congregação, dizendo: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens ímpios, e não toqueis nada do que é seu para que porventura não pereçais em todos os seus pecados.

27Subiram, pois, do derredor da habitação de Coré, Datã e Abirão. E Datã e Abirão saíram, e se puseram à porta das suas tendas, juntamente com as suas mulheres, e seus filhos, e suas crianças.

28Então disse Moisés: Nisto conhecereis que o SENHOR me enviou a fazer todos estes feitos, que de meu coração não procedem.

29Se estes morrerem como morrem todos os homens, e se forem visitados como são visitados todos os homens, então o SENHOR não me enviou.

30Mas, se o SENHOR criar alguma coisa nova, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao abismo, então conhecereis que estes homens irritaram ao SENHOR.

31E aconteceu que, acabando ele de falar todas estas palavras, a terra que estava debaixo deles se fendeu.

32E a terra abriu a sua boca, e os tragou com as suas casas, como também a todos os homens que pertenciam a Coré, e a todos os seus bens.

33E eles e tudo o que era seu desceram vivos ao abismo, e a terra os cobriu, e pereceram do meio da congregação.

34E todo o Israel, que estava ao redor deles, fugiu ao clamor deles; porque diziam: Para que não nos trague a terra também a nós.

35Então saiu fogo do SENHOR, e consumiu os duzentos e cinqüenta homens que ofereciam o incenso.

36E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

37Dize a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que tome os incensários do meio do incêndio, e espalhe o fogo longe, porque santos são;

38Quanto aos incensários daqueles que pecaram contra as suas almas, deles se façam folhas estendidas para cobertura do altar; porquanto os trouxeram perante o SENHOR; pelo que santos são; e serão por sinal aos filhos de Israel.

39E Eleazar, o sacerdote, tomou os incensários de metal, que trouxeram aqueles que foram queimados, e os estenderam em folhas para cobertura do altar,

40Por memorial para os filhos de Israel, que nenhum estranho, que não for da descendência de Arão, se chegue para acender incenso perante o SENHOR; para que não seja como Coré e a sua congregação, como o SENHOR lhe tinha dito por intermédio de Moisés,

41Mas no dia seguinte toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do SENHOR.

42E aconteceu que, ajuntando-se a congregação contra Moisés e Arão, e virando-se para a tenda da congregação, eis que a nuvem a cobriu, e a glória do SENHOR apareceu.

43Vieram, pois, Moisés e Arão perante a tenda da congregação.

44Então falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

45Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei num momento; então se prostraram sobre os seus rostos,

46E disse Moisés a Arão: Toma o teu incensário, e põe nele fogo do altar, e deita incenso sobre ele, e vai depressa à congregação, e faze expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do SENHOR; já começou a praga.

47E tomou-o Arão, como Moisés tinha falado, e correu ao meio da congregação; e eis que já a praga havia começado entre o povo; e deitou incenso nele, e fez expiação pelo povo.

48E estava em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga.

49E os que morreram daquela praga foram catorze mil e setecentos, fora os que morreram pela causa de Coré.

50E voltou Arão a Moisés à porta da tenda da congregação; e cessou a praga.

Capítulo 17

1ENTÃO falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Fala aos filhos de Israel, e toma deles uma vara para cada casa paterna de todos os seus príncipes, segundo as casas de seus pais, doze varas; e escreverás o nome de cada um sobre a sua vara.

3Porém o nome de Arão escreverás sobre a vara de Levi; porque cada cabeça da casa de seus pais terá uma vara.

4E as porás na tenda da congregação, perante o testemunho, onde eu virei a vós.

5E será que a vara do homem que eu tiver escolhido florescerá; assim farei cessar as murmurações dos filhos de Israel contra mim, com que murmuram contra vós.

6Falou, pois, Moisés aos filhos de Israel; e todos os seus príncipes deram-lhe cada um uma vara, para cada príncipe uma vara, segundo as casas de seus pais, doze varas; e a vara de Arão estava entre as deles.

7E Moisés pôs estas varas perante o SENHOR na tenda do testemunho.

8Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.

9Então Moisés tirou todas as varas de diante do SENHOR a todos os filhos de Israel; e eles o viram, e tomaram cada um a sua vara.

10Então o SENHOR disse a Moisés: Torna a pôr a vara de Arão perante o testemunho, para que se guarde por sinal para os filhos rebeldes; assim farás acabar as suas murmurações contra mim, e não morrerão.

11E Moisés fez assim; como lhe ordenara o SENHOR, assim fez.

12Então falaram os filhos de Israel a Moisés, dizendo: Eis aqui, nós expiramos, perecemos, nós todos perecemos.

13Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR, morrerá; seremos pois todos consumidos?

Capítulo 18

1ENTÃO disse o SENHOR a Arão: Tu, e teus filhos, e a casa de teu pai contigo, levareis sobre vós a iniqüidade do santuário; e tu e teus filhos contigo levareis sobre vós a iniqüidade do vosso sacerdócio.

2E também farás chegar contigo a teus irmãos, a tribo de Levi, a tribo de teu pai, para que se ajuntem a ti, e te sirvam; mas tu e teus filhos contigo estareis perante a tenda do testemunho.

3E eles cumprirão as tuas ordens e terão o encargo de toda a tenda; mas não se chegarão aos utensílios do santuário, nem ao altar, para que não morram, tanto eles como vós.

4Mas se ajuntarão a ti, e farão o serviço da tenda da congregação em todo o ministério da tenda; e o estranho não se chegará a vós.

5Vós, pois, fareis o serviço do santuário e o serviço do altar; para que não haja outra vez furor sobre os filhos de Israel.

6E eu, eis que tenho tomado vossos irmãos, os levitas, do meio dos filhos de Israel; são dados a vós em dádiva pelo SENHOR, para que sirvam ao ministério da tenda da congregação.

7Mas tu e teus filhos contigo cumprireis o vosso sacerdócio no tocante a tudo o que é do altar, e a tudo o que está dentro do véu, nisso servireis; eu vos tenho dado o vosso sacerdócio em dádiva ministerial e o estranho que se chegar morrerá.

8Disse mais o SENHOR a Arão: Eis que eu te tenho dado a guarda das minhas ofertas alçadas, com todas as coisas santas dos filhos de Israel; por causa da unção as tenho dado a ti e a teus filhos por estatuto perpétuo.

9Isto terás das coisas santíssimas do fogo; todas as suas ofertas com todas as suas ofertas de alimentos, e com todas as suas expiações pelo pecado, e com todas as suas expiações pela culpa, que me apresentarão; serão coisas santíssimas para ti e para teu

10No lugar santíssimo as comerás; todo o homem a comerá; santas serão para ti.

11Também isto será teu: a oferta alçada dos seus dons com todas as ofertas movidas dos filhos de Israel; a ti, a teus filhos, e a tuas filhas contigo, as tenho dado por estatuto perpétuo; todo o que estiver limpo na tua casa, delas comerá.

12Todo o melhor do azeite, e todo o melhor do mosto e do grão, as suas primícias que derem ao SENHOR, as tenho dado a ti.

13Os primeiros frutos de tudo que houver na terra, que trouxerem ao SENHOR, serão teus; todo o que estiver limpo na tua casa os comerá.

14Toda a coisa consagrada em Israel será tua.

15Tudo que abrir a madre, e toda a carne que trouxerem ao SENHOR, tanto de homens como de animais, será teu; porém os primogênitos dos homens resgatarás; também os primogênitos dos animais imundos resgatarás.

16Os que deles se houverem de resgatar resgatarás, da idade de um mês, segundo a tua avaliação, por cinco siclos de dinheiro, segundo o siclo do santuário, que é de vinte geras.

17Mas o primogênito de vaca, ou primogênito de ovelha, ou primogênito de cabra, não resgatarás, santos são; o seu sangue espargirás sobre o altar, e a sua gordura queimarás em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.

18E a carne deles será tua; assim como o peito da oferta de movimento, e o ombro direito, teus serão.

19Todas as ofertas alçadas das coisas santas, que os filhos de Israel oferecerem ao SENHOR, tenho dado a ti, e a teus filhos e a tuas filhas contigo, por estatuto perpétuo; aliança perpétua de sal perante o SENHOR é, para ti e para a tua descendência conti

20Disse também o SENHOR a Arão: Na sua terra herança nenhuma terás, e no meio deles, nenhuma parte terás; eu sou a tua parte e a tua herança no meio dos filhos de Israel.

21E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel por herança, pelo ministério que executam, o ministério da tenda da congregação.

22E nunca mais os filhos de Israel se chegarão à tenda da congregação, para que não levem sobre si o pecado e morram.

23Mas os levitas executarão o ministério da tenda da congregação, e eles levarão sobre si a sua iniqüidade; pelas vossas gerações estatuto perpétuo será; e no meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão,

24Porque os dízimos dos filhos de Israel, que oferecerem ao SENHOR em oferta alçada, tenho dado por herança aos levitas; porquanto eu lhes disse: No meio dos filhos de Israel nenhuma herança terão.

25E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

26Também falarás aos levitas, e dir-lhes-ás: Quando receberdes os dízimos dos filhos de Israel, que eu deles vos tenho dado por vossa herança, deles oferecereis uma oferta alçada ao SENHOR, os dízimos dos dízimos.

27E contar-se-vos-á a vossa oferta alçada, como grão da eira, e como plenitude do lagar.

28Assim também oferecereis ao SENHOR uma oferta alçada de todos os vossos dízimos, que receberdes dos filhos de Israel, e deles dareis a oferta alçada do SENHOR a Arão, o sacerdote.

29De todas as vossas dádivas oferecereis toda a oferta alçada do SENHOR; de tudo o melhor deles, a sua santa parte.

30Dir-lhes-ás pois: Quando oferecerdes o melhor deles, como novidade da eira, e como novidade do lagar, se contará aos levitas.

31E o comereis em todo o lugar, vós e as vossas famílias, porque vosso galardão é pelo vosso ministério na tenda da congregação.

32Assim, não levareis sobre vós o pecado, quando deles oferecerdes o melhor; e não profanareis as coisas santas dos filhos de Israel, para que não morrais.

Capítulo 19

1FALOU mais o SENHOR a Moisés e a Arão dizendo:

2Este é o estatuto da lei, que o SENHOR ordenou, dizendo: Dize aos filhos de Israel que te tragam uma novilha ruiva, que não tenha defeito, e sobre a qual não tenha sido posto jugo.

3E a dareis a Eleazar, o sacerdote; ele a tirará para fora do arraial, e degolar-se-á diante dele.

4E Eleazar, o sacerdote, tomará do seu sangue com o seu dedo, e dele espargirá para a frente da tenda da congregação sete vezes.

5Então queimará a novilha perante os seus olhos; o seu couro, e a sua carne, e o seu sangue, com o seu esterco, se queimará.

6E o sacerdote tomará pau de cedro, e hissopo, e carmesim, e os lançará no meio do fogo que queima a novilha.

7Então o sacerdote lavará as suas vestes, e banhará a sua carne na água, e depois entrará no arraial; e o sacerdote será imundo até à tarde.

8Também o que a queimou lavará as suas vestes com água, e em água banhará a sua carne, e imundo será até à tarde.

9E um homem limpo ajuntará a cinza da novilha, e a porá fora do arraial, num lugar limpo, e ficará ela guardada para a congregação dos filhos de Israel, para a água da separação; expiação é.

10E o que apanhou a cinza da novilha lavará as suas vestes, e será imundo até à tarde; isto será por estatuto perpétuo aos filhos de Israel e ao estrangeiro que peregrina no meio deles.

11Aquele que tocar em algum morto, cadáver de algum homem, imundo será sete dias.

12Ao terceiro dia se purificará com aquela água, e ao sétimo dia será limpo; mas, se ao terceiro dia se não purificar, não será limpo ao sétimo dia.

13Todo aquele que tocar em algum morto, cadáver de algum homem, e não se purificar, contamina o tabernáculo do SENHOR; e aquela pessoa será extirpada de Israel; porque a água da separação não foi espargida sobre ele, imundo será; está nele ainda a sua imun

14Esta é a lei, quando morrer algum homem em alguma tenda, todo aquele que entrar naquela tenda, e todo aquele que nela estiver, será imundo sete dias.

15Também todo o vaso aberto, sobre o qual não houver pano atado, será imundo.

16E todo aquele que sobre a face do campo tocar em alguém que for morto pela espada, ou em outro morto ou nos ossos de algum homem, ou numa sepultura, será imundo sete dias.

17Para um imundo, pois, tomarão da cinza da queima da expiação, e sobre ela colocarão água corrente num vaso.

18E um homem limpo tomará hissopo, e o molhará naquela água, e a espargirá sobre aquela tenda, e sobre todos os móveis, e sobre as pessoas que ali estiverem, como também sobre aquele que tocar os ossos, ou em alguém que foi morto, ou que faleceu, ou numa s

19E o limpo ao terceiro e sétimo dia espargirá sobre o imundo; e ao sétimo dia o purificará; e lavará as suas vestes, e se banhará na água, e à tarde será limpo.

20Porém o que for imundo, e se não purificar, do meio da congregação será ele extirpado; porquanto contaminou o santuário do SENHOR; água de separação sobre ele não foi espargida; imundo é.

21Isto lhes será por estatuto perpétuo; e o que espargir a água da separação lavará as suas vestes; e o que tocar a água da separação será imundo até à tarde,

22E tudo o que tocar o imundo também será imundo; e a pessoa que o tocar será imunda até à tarde.

Capítulo 20

1CHEGANDO os filhos de Israel, toda a congregação, ao deserto de Zim, no mês primeiro, o povo ficou em Cades; e Miriã morreu ali, e ali foi sepultada.

2E não havia água para a congregação; então se reuniram contra Moisés e contra Arão.

3E o povo contendeu com Moisés, dizendo: Quem dera tivéssemos perecido quando pereceram nossos irmãos perante o SENHOR!

4E por que trouxestes a congregação do SENHOR a este deserto, para que morramos aqui, nós e os nossos animais?

5E por que nos fizestes subir do Egito, para nos trazer a este lugar mau? lugar onde não há semente, nem de figos, nem de vides, nem de romãs, nem tem água para beber.

6Então Moisés e Arão se foram de diante do povo à porta da tenda da congregação, e se lançaram sobre os seus rostos; e a glória do SENHOR lhes apareceu.

7E o SENHOR falou a Moisés dizendo:

8Toma a vara, e ajunta a congregação, tu e Arão, teu irmão, e falai à rocha, perante os seus olhos, e dará a sua água; assim lhes tirarás água da rocha, e darás a beber à congregação e aos seus animais.

9Então Moisés tomou a vara de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado.

10E Moisés e Arão reuniram a congregação diante da rocha, e Moisés disse-lhes: Ouvi agora, rebeldes, porventura tiraremos água desta rocha para vós?

11Então Moisés levantou a sua mão, e feriu a rocha duas vezes com a sua vara, e saiu muita água; e bebeu a congregação e os seus animais.

12E o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Porquanto não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso não introduzireis esta congregação na terra que lhes tenho dado.

13Estas são as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com o SENHOR; e se santificou neles.

14Depois Moisés, de Cades, mandou mensageiros ao rei de Edom, dizendo: Assim diz teu irmão Israel: Sabes todo o trabalho que nos sobreveio,

15Como nossos pais desceram ao Egito, e nós no Egito habitamos muitos dias; e como os egípcios nos maltrataram, a nós e a nossos pais;

16E clamamos ao SENHOR, e ele ouviu a nossa voz, e mandou um anjo, e nos tirou do Egito; e eis que estamos em Cades, cidade na extremidade dos teus termos.

17Deixa-nos, pois, passar pela tua terra; não passaremos pelo campo, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real; não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que passemos pelos teus termos.

18Porém Edom lhe disse: Não passarás por mim, para que eu não saia com a espada ao teu encontro.

19Então os filhos de Israel lhe disseram: Subiremos pelo caminho aplanado, e se eu e o meu gado bebermos das tuas águas, darei o preço delas; não desejo alguma outra coisa, senão passar a pé.

20Porém ele disse: Não passarás. E saiu-lhe Edom ao encontro com muita gente, e com mão forte.

21Assim recusou Edom deixar passar a Israel pelo seu termo; por isso Israel se desviou dele.

22Então partiram de Cades; e os filhos de Israel, toda a congregação, chegaram ao monte Hor.

23E falou o SENHOR a Moisés e a Arão no monte Hor, nos termos da terra de Edom, dizendo:

24Arão será recolhido a seu povo, porque não entrará na terra que tenho dado aos filhos de Israel, porquanto rebeldes fostes à minha ordem, nas águas de Meribá.

25Toma a Arão e a Eleazar, seu filho, e faze-os subir ao monte Hor.

26E despe a Arão as suas vestes, e veste-as em Eleazar, seu filho, porque Arão será recolhido, e morrerá ali.

27Fez, pois, Moisés como o SENHOR lhe ordenara; e subiram ao monte Hor perante os olhos de toda a congregação.

28E Moisés despiu a Arão de suas vestes, e as vestiu em Eleazar, seu filho; e morreu Arão ali sobre o cume do monte; e desceram Moisés e Eleazar do monte.

29Vendo, pois, toda a congregação que Arão era morto, choraram a Arão trinta dias, toda a casa de Israel.

Capítulo 21

1OUVINDO o cananeu, rei de Arade, que habitava para o lado sul, que Israel vinha pelo caminho dos espias, pelejou contra Israel, e dele levou alguns prisioneiros.

2Então Israel fez um voto ao SENHOR, dizendo: Se de fato entregares este povo na minha mão, destruirei totalmente as suas cidades.

3O SENHOR, pois, ouviu a voz de Israel, e lhe entregou os cananeus; e os israelitas destruíram totalmente, a eles e às suas cidades; e o nome daquele lugar chamou Hormá.

4Então partiram do monte Hor, pelo caminho do Mar Vermelho, a rodear a terra de Edom; porém a alma do povo angustiou-se naquele caminho.

5E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para que morrêssemos neste deserto? Pois aqui nem pão nem água há; e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil.

6Então o SENHOR mandou entre o povo serpentes ardentes, que picaram o povo; e morreu muita gente em Israel.

7Por isso o povo veio a Moisés, e disse: Havemos pecado porquanto temos falado contra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHOR que tire de nós estas serpentes. Então Moisés orou pelo povo.

8E disse o SENHOR a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela.

9E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.

10Então os filhos de Israel partiram, e alojaram-se em Obote.

11Depois partiram de Obote e alojaram-se nos outeiros de Ije-Abarim, no deserto que está defronte de Moabe, ao nascente do sol.

12Dali partiram, e alojaram-se junto ao ribeiro de Zerede.

13E dali partiram e alojaram-se no lado de Arnom, que está no deserto e sai dos termos dos amorreus; porque Arnom é o termo de Moabe, entre Moabe e os amorreus.

14Por isso se diz no livro das guerras do SENHOR: O que fiz no Mar Vermelho e nos ribeiros de Arnom,

15E à corrente dos ribeiros, que descendo para a situação de Ar, se encosta aos termos de Moabe.

16E dali partiram para Beer; este é o poço do qual o SENHOR disse a Moisés: Ajunta o povo e lhe darei água.

17Então Israel cantou este cântico: Brota, ó poço! Cantai dele:

18Tu, poço, que cavaram os príncipes, que escavaram os nobres do povo, e o legislador com os seus bordões; e do deserto partiram para Mataná;

19E de Mataná a Naaliel, e de Naaliel a Bamote.

20E de Bamote ao vale que está no campo de Moabe, no cume de Pisga, e à vista do deserto.

21Então Israel mandou mensageiros a Siom, rei dos amorreus, dizendo:

22Deixa-me passar pela tua terra; não nos desviaremos pelos campos nem pelas vinhas; as águas dos poços não beberemos; iremos pela estrada real até que passemos os teus termos.

23Porém Siom não deixou passar a Israel pelos seus termos; antes Siom congregou todo o seu povo, e saiu ao encontro de Israel no deserto, e veio a Jaza, e pelejou contra Israel.

24Mas Israel o feriu ao fio da espada, e tomou a sua terra em possessão, desde Arnom até Jaboque, até aos filhos de Amom; porquanto o termo dos filhos de Amom era forte.

25Assim Israel tomou todas as cidades; e habitou em todas elas, em Hesbom e em todas as suas aldeias.

26Porque Hesbom era cidade de Siom, rei dos amorreus, que tinha pelejado contra o precedente rei dos moabitas, e tinha tomado da sua mão toda a sua terra até Arnom.

27Por isso dizem os que falam em provérbios: Vinde a Hesbom; edifique-se e estabeleça-se a cidade de Siom.

28Porque fogo saiu de Hesbom, e uma chama da cidade de Siom; e consumiu a Ar dos moabitas, e os senhores dos altos de Arnom.

29Ai de ti, Moabe! perdido és, povo de Quemós! entregou seus filhos, que iam fugindo, e suas filhas, como cativas a Siom, rei dos amorreus.

30E nós os derribamos; Hesbom perdida é até Dibom, e os assolamos até Nofá, que se estende até Medeba.

31Assim Israel habitou na terra dos amorreus.

32Depois mandou Moisés espiar a Jazer, e tomaram as suas aldeias, e daquela possessão lançaram os amorreus que estavam ali.

33Então viraram-se, e subiram o caminho de Basã; e Ogue, rei de Basã, saiu contra eles, ele e todo o seu povo, à peleja em Edrei.

34E disse o SENHOR a Moisés: Não o temas, porque eu o tenho dado na tua mão, a ele, e a todo o seu povo, e a sua terra, e far-lhe-ás como fizeste a Siom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom.

35E de tal maneira o feriram, a ele e a seus filhos, e a todo o seu povo, que nenhum deles escapou; e tomaram a sua terra em possessão.

Capítulo 22

1DEPOIS partiram os filhos de Israel, e acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão na altura de Jericó.

2Vendo, pois, Balaque, filho de Zipor, tudo o que Israel fizera aos amorreus,

3Moabe temeu muito diante deste povo, porque era numeroso; e Moabe andava angustiado por causa dos filhos de Israel.

4Por isso Moabe disse aos anciãos dos midianitas: Agora lamberá esta congregação tudo quanto houver ao redor de nós, como o boi lambe a erva do campo. Naquele tempo Balaque, filho de Zipor, era rei dos moabitas.

5Este enviou mensageiros a Balaão, filho de Beor, a Petor, que está junto ao rio, na terra dos filhos do seu povo, a chamá-lo, dizendo: Eis que um povo saiu do Egito; eis que cobre a face da terra, e está parado defronte de mim.

6Vem, pois, agora, rogo-te, amaldiçoa-me este povo, pois mais poderoso é do que eu; talvez o poderei ferir e lançar fora da terra; porque eu sei que, a quem tu abençoares será abençoado, e a quem tu amaldiçoares será amaldiçoado.

7Então foram-se os anciãos dos moabitas e os anciãos dos midianitas com o preço dos encantamentos nas suas mãos; e chegaram a Balaão, e disseram-lhe as palavras de Balaque.

8E ele lhes disse: Passai aqui esta noite, e vos trarei a resposta, como o SENHOR me falar; então os príncipes dos moabitas ficaram com Balaão.

9E veio Deus a Balaão, e disse: Quem são estes homens que estão contigo?

10E Balaão disse a Deus: Balaque, filho de Zipor, rei dos moabitas, os enviou, dizendo:

11Eis que o povo que saiu do Egito cobre a face da terra; vem agora, amaldiçoa-o; porventura poderei pelejar contra ele e expulsá-lo.

12Então disse Deus a Balaão: Não irás com eles, nem amaldiçoarás a este povo, porquanto é bendito.

13Então Balaão levantou-se pela manhã, e disse aos príncipes de Balaque: Ide à vossa terra, porque o SENHOR recusa deixar-me ir convosco.

14E levantaram-se os príncipes dos moabitas, e vieram a Balaque, e disseram: Balaão recusou vir conosco.

15Porém Balaque tornou a enviar mais príncipes, mais honrados do que aqueles.

16Os quais foram a Balaão, e lhe disseram: Assim diz Balaque, filho de Zipor: Rogo-te que não te demores em vir a mim.

17Porque grandemente te honrarei, e farei tudo o que me disseres; vem pois, rogo-te, amaldiçoa-me este povo.

18Então Balaão respondeu, e disse aos servos de Balaque: Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e de ouro, eu não poderia ir além da ordem do SENHOR meu Deus, para fazer coisa pequena ou grande;

19Agora, pois, rogo-vos que também aqui fiqueis esta noite, para que eu saiba o que mais o SENHOR me dirá.

20Veio, pois, Deus a Balaão, de noite, e disse-lhe: Se aqueles homens te vieram chamar, levanta-te, vai com eles; todavia, farás o que eu te disser.

21Então Balaão levantou-se pela manhã, e albardou a sua jumenta, e foi com os príncipes de Moabe.

22E a ira de Deus acendeu-se, porque ele se ia; e o anjo do SENHOR pôs-se-lhe no caminho por adversário; e ele ia caminhando, montado na sua jumenta, e dois de seus servos com ele.

23Viu, pois, a jumenta o anjo do SENHOR, que estava no caminho, com a sua espada desembainhada na mão; pelo que desviou-se a jumenta do caminho, indo pelo campo; então Balaão espancou a jumenta para fazê-la tornar ao caminho.

24Mas o anjo do SENHOR pôs-se numa vereda entre as vinhas, havendo uma parede de um e de outro lado.

25Vendo, pois, a jumenta, o anjo do SENHOR, encostou-se contra a parede, e apertou contra a parede o pé de Balaão; por isso tornou a espancá-la.

26Então o anjo do SENHOR passou mais adiante, e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direita nem para a esquerda.

27E, vendo a jumenta o anjo do SENHOR, deitou-se debaixo de Balaão; e a ira de Balaão acendeu-se, e espancou a jumenta com o bordão.

28Então o SENHOR abriu a boca da jumenta, a qual disse a Balaão: Que te fiz eu, que me espancaste estas três vezes?

29E Balaão disse à jumenta: Por que zombaste de mim; quem dera tivesse eu uma espada na mão, porque agora te mataria.

30E a jumenta disse a Balaão: Porventura não sou a tua jumenta, em que cavalgaste desde o tempo em que me tornei tua até hoje? Acaso tem sido o meu costume fazer assim contigo? E ele respondeu: Não.

31Então o SENHOR abriu os olhos a Balaão, e ele viu o anjo do SENHOR, que estava no caminho e a sua espada desembainhada na mão; pelo que inclinou a cabeça, e prostrou-se sobre a sua face.

32Então o anjo do SENHOR lhe disse: Por que já três vezes espancaste a tua jumenta? Eis que eu saí para ser teu adversário, porquanto o teu caminho é perverso diante de mim:

33Porém a jumenta me viu, e já três vezes se desviou de diante de mim; se ela não se desviasse de diante de mim, na verdade que eu agora te haveria matado, e a ela deixaria com vida.

34Então Balaão disse ao anjo do SENHOR: Pequei, porque não sabia que estavas neste caminho para te opores a mim; e agora, se parece mal aos teus olhos, voltarei.

35E disse o anjo do SENHOR a Balaão: Vai-te com estes homens; mas somente a palavra que eu falar a ti, esta falarás. Assim Balaão se foi com os príncipes de Balaque.

36Ouvindo, pois, Balaque que Balaão vinha, saiu-lhe ao encontro até à cidade de Moabe, que está no termo de Arnom, na extremidade do termo dele.

37E Balaque disse a Balaão: Porventura não enviei diligentemente a chamar-te? Por que não vieste a mim? Não posso eu na verdade honrar-te?

38Então Balaão disse a Balaque: Eis que eu tenho vindo a ti; porventura poderei eu agora de alguma forma falar alguma coisa? A palavra que Deus puser na minha boca essa falarei.

39E Balaão foi com Balaque, e chegaram a Quiriate-Huzote.

40Então Balaque matou bois e ovelhas; e deles enviou a Balaão e aos príncipes que estavam com ele.

41E sucedeu que, pela manhã Balaque tomou a Balaão, e o fez subir aos altos de Baal, e viu ele dali a última parte do povo.

Capítulo 23

1ENTÃO Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.

2Fez, pois, Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar.

3Então Balaão disse a Balaque: Fica-te junto do teu holocausto, e eu irei; porventura o SENHOR me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então foi a um lugar alto.

4E encontrando-se Deus com Balaão, este lhe disse: Preparei sete altares, e ofereci um novilho e um carneiro sobre cada altar.

5Então o SENHOR pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: Torna-te para Balaque, e assim falarás.

6E tornando para ele, eis que estava junto do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.

7Então proferiu a sua parábola, e disse: De Arã, me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, denuncia a Israel.

8Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como denunciarei, quando o SENHOR não denuncia?

9Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este povo habitará só, e entre as nações não será contado.

10Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? Que a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.

11Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.

12E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o SENHOR pôs na minha boca?

13Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás; e amaldiçoa-mo dali.

14Assim o levou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga; e edificou sete altares, e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.

15Então disse a Balaque: Fica aqui junto do teu holocausto, e eu irei ali ao encontro do SENHOR.

16E, encontrando-se o SENHOR com Balaão, pôs uma palavra na sua boca, e disse: Torna para Balaque, e assim falarás.

17E, vindo a ele, eis que estava junto do holocausto, e os príncipes dos moabitas com ele; disse-lhe pois Balaque: Que coisa falou o SENHOR?

18Então proferiu a sua parábola, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.

19Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?

20Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.

21Não viu iniqüidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó; o SENHOR seu Deus é com ele, e no meio dele se ouve a aclamação de um rei.

22Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem.

23Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que coisas Deus tem realizado!

24Eis que o povo se levantará como leoa, e se erguerá como leão; não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue dos mortos.

25Então Balaque disse a Balaão: Nem o amaldiçoarás, nem o abençoarás.

26Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o SENHOR falar isso farei?

27Disse mais Balaque a Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar; porventura bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.

28Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que dá para o lado do deserto.

29Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.

30Balaque, pois, fez como dissera Balaão: e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.

Capítulo 24

1VENDO Balaão que bem parecia aos olhos do SENHOR que abençoasse a Israel, não se foi esta vez como antes ao encontro dos encantamentos; mas voltou o seu rosto para o deserto.

2E, levantando Balaão os seus olhos, e vendo a Israel, que estava acampado segundo as suas tribos, veio sobre ele o Espírito de Deus.

3E proferiu a sua parábola, e disse: Fala, Balaão, filho de Beor, e fala o homem de olhos abertos;

4Fala aquele que ouviu as palavras de Deus, o que vê a visão do Todo-Poderoso; que cai, e se lhe abrem os olhos:

5Quão formosas são as tuas tendas, ó Jacó, as tuas moradas, ó Israel!

6Como ribeiros se estendem, como jardins à beira dos rios; como árvores de sândalo o SENHOR os plantou, como cedros junto às águas;

7De seus baldes manarão águas, e a sua semente estará em muitas águas; e o seu rei se erguerá mais do que Agague, e o seu reino será exaltado.

8Deus o tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e com as suas setas os atravessará.

9Encurvou-se, deitou-se como leão, e como leoa; quem o despertará? benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem.

10Então a ira de Balaque se acendeu contra Balaão, e bateu ele as suas palmas; e Balaque disse a Balaão: Para amaldiçoar os meus inimigos te tenho chamado; porém agora já três vezes os abençoaste inteiramente.

11Agora, pois, foge para o teu lugar; eu tinha dito que te honraria grandemente; mas eis que o SENHOR te privou desta honra.

12Então Balaão disse a Balaque: Não falei eu também aos teus mensageiros, que me enviaste, dizendo:

13Ainda que Balaque me desse a sua casa cheia de prata e ouro, não poderia ir além da ordem do SENHOR, fazendo bem ou mal de meu próprio coração; o que o SENHOR falar, isso falarei eu?

14Agora, pois, eis que me vou ao meu povo; vem, avisar-te-ei do que este povo fará ao teu povo nos últimos dias.

15Então proferiu a sua parábola, e disse: Fala Balaão, filho de Beor, e fala o homem de olhos abertos;

16Fala aquele que ouviu as palavras de Deus, e o que sabe a ciência do Altíssimo; o que viu a visão do Todo-Poderoso, que cai, e se lhe abrem os olhos.

17Vê-lo-ei, mas não agora, contemplá-lo-ei, mas não de perto; uma estrela procederá de Jacó e um cetro subirá de Israel, que ferirá os termos dos moabitas, e destruirá todos os filhos de Sete.

18E Edom será uma possessão, e Seir, seus inimigos, também será uma possessão; pois Israel fará proezas.

19E dominará um de Jacó, e matará os que restam das cidades.

20E vendo os amalequitas, proferiu a sua parábola, e disse: Amaleque é a primeira das nações; porém o seu fim será a destruição.

21E vendo os quenitas, proferiu a sua parábola, e disse: Firme está a tua habitação, e puseste o teu ninho na penha.

22Todavia o quenita será consumido, até que Assur te leve por prisioneiro.

23E, proferindo ainda a sua parábola, disse: Ai, quem viverá, quando Deus fizer isto?

24E as naus virão das costas de Quitim e afligirão a Assur; também afligirão a Éber; que também será para destruição.

25Então Balaão levantou-se, e se foi, e voltou ao seu lugar, e também Balaque se foi pelo seu caminho.

Capítulo 25

1E ISRAEL deteve-se em Sitim e o povo começou a prostituir-se com as filhas dos moabitas.

2Elas convidaram o povo aos sacrifícios dos seus deuses; e o povo comeu, e inclinou-se aos seus deuses.

3Juntando-se, pois, Israel a Baal-Peor, a ira do SENHOR se acendeu contra Israel.

4Disse o SENHOR a Moisés: Toma todos os cabeças do povo, e enforca-os ao SENHOR diante do sol, e o ardor da ira do SENHOR se retirará de Israel.

5Então Moisés disse aos juízes de Israel: Cada um mate os seus homens que se juntaram a Baal-Peor.

6E eis que veio um homem dos filhos de Israel, e trouxe a seus irmãos uma midianita, à vista de Moisés, e à vista de toda a congregação dos filhos de Israel, chorando eles diante da tenda da congregação.

7Vendo isso Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, sacerdote, se levantou do meio da congregação, e tomou uma lança na sua mão;

8E foi após o homem israelita até à tenda, e os atravessou a ambos, ao homem israelita e à mulher, pelo ventre; então a praga cessou de sobre os filhos de Israel.

9E os que morreram daquela praga foram vinte e quatro mil.

10Então o SENHOR falou a Moisés, dizendo:

11Finéias, filho de Eleazar, o filho de Arão, sacerdote, desviou a minha ira de sobre os filhos de Israel, pois foi zeloso com o meu zelo no meio deles; de modo que, no meu zelo, não consumi os filhos de Israel.

12Portanto dize: Eis que lhe dou a minha aliança de paz;

13E ele, e a sua descendência depois dele, terá a aliança do sacerdócio perpétuo, porquanto teve zelo pelo seu Deus, e fez expiação pelos filhos de Israel.

14E o nome do israelita, que foi morto com a midianita, era Zimri, filho de Salu, príncipe da casa paterna dos simeonitas.

15E o nome da mulher midianita morta era Cosbi, filha de Zur, cabeça do povo da casa paterna entre os midianitas.

16Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

17Afligireis os midianitas e os ferireis,

18Porque eles vos afligiram a vós com os seus enganos com que vos enganaram no caso de Peor, e no caso de Cosbi, filha do príncipe dos midianitas, irmã deles, que foi morta no dia da praga no caso de Peor.

Capítulo 26

1ACONTECEU, pois, que, depois daquela praga, falou o SENHOR a Moisés, e a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, dizendo:

2Tomai a soma de toda a congregação dos filhos de Israel, da idade de vinte anos para cima, segundo as casas de seus pais; todos os que em Israel podem sair à guerra.

3Falaram-lhes, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, nas campinas de Moabe, junto ao Jordão na altura de Jericó, dizendo:

4Conta o povo da idade de vinte anos para cima, como o SENHOR ordenara a Moisés e aos filhos de Israel, que saíram do Egito.

5Rúben, o primogênito de Israel; os filhos de Rúben: de Enoque, a família dos enoquitas; de Palu, a família dos paluítas;

6De Hezrom, a família dos hezronitas; de Carmi, a família dos carmitas.

7Estas são as famílias dos rubenitas; e os que foram deles contados foram quarenta e três mil e setecentos e trinta.

8E os filhos de Palu, Eliabe;

9E os filhos de Eliabe, Nemuel, e Datã, e Abirão: estes, Datã e Abirão, foram os do conselho da congregação, que contenderam contra Moisés e contra Arão no grupo de Coré, quando rebelaram contra o SENHOR;

10E a terra abriu a sua boca, e os tragou com Coré, quando morreu aquele grupo; quando o fogo consumiu duzentos e cinqüenta homens, os quais serviram de advertência.

11Mas os filhos de Coré não morreram.

12Os filhos de Simeão, segundo as suas famílias: de Nemuel, a família dos nemuelitas; de Jamim, a família dos jaminitas; de Jaquim, a família dos jaquinitas;

13De Zerá, a família dos zeraítas; de Saul, a família dos saulitas.

14Estas são as famílias dos simeonitas, vinte e dois mil e duzentos.

15Os filhos de Gade, segundo as suas gerações; de Zefom, a família dos zefonitas; de Hagi, a família dos hagitas; de Suni, a família dos sunitas;

16De Ozni, a família dos oznitas; de Eri, a família dos eritas;

17De Arode, a família dos aroditas; de Areli, a família dos arelitas.

18Estas são as famílias dos filhos de Gade, segundo os que foram deles contados, quarenta mil e quinhentos.

19Os filhos de Judá, Er e Onã; mas Er e Onã morreram na terra de Canaã.

20Assim os filhos de Judá foram segundo as suas famílias; de Selá, a família dos selanitas; de Perez, a família dos perezitas; de Zerá, a família dos zeraítas.

21E os filhos de Perez foram: de Hezrom, a família dos hezronitas; de Hamul, a família dos hamulitas.

22Estas são as famílias de Judá, segundo os que foram deles contados, setenta e seis mil e quinhentos.

23Os filhos de Issacar, segundo as suas famílias, foram: de Tola, a família dos tolaítas; de Puva, a família dos puvitas;

24De Jasube, a família dos jasubitas; de Sinrom, a família dos sinronitas.

25Estas são as famílias de Issacar, segundo os que foram deles contados, sessenta e quatro mil e trezentos.

26Os filhos de Zebulom, segundo as suas famílias, foram: de Serede, a família dos sereditas; de Elom, a família dos elonitas; de Jaleel, a família dos jaleelitas.

27Estas são as famílias dos zebulonitas, segundo os que foram deles contados, sessenta mil e quinhentos.

28Os filhos de José segundo as suas famílias, foram Manassés e Efraim.

29Os filhos de Manassés foram; de Maquir, a família dos maquiritas; e Maquir gerou a Gileade; de Gileade, a família dos gileaditas.

30Estes são os filhos de Gileade; de Jezer, a família dos jezeritas; de Heleque, a família dos helequitas;

31E de Asriel, a família dos asrielitas; e de Siquém, a família dos siquemitas;

32E de Semida, a família dos semidaítas; e de Hefer, a família dos heferitas.

33Porém, Zelofeade, filho de Hefer, não tinha filhos, senão filhas; e os nomes das filhas de Zelofeade foram Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.

34Estas são as famílias de Manassés; e os que foram deles contados, foram cinqüenta e dois mil e setecentos.

35Estes são os filhos de Efraim, segundo as suas famílias: de Sutela, a família dos sutelaítas; de Bequer, a família dos bequeritas; de Taã, a família dos taanitas.

36E estes são os filhos de Sutela: de Erã, a família dos eranitas.

37Estas são as famílias dos filhos de Efraim, segundo os que foram deles contados, trinta e dois mil e quinhentos; estes são os filhos de José, segundo as suas famílias.

38Os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias: de Belá, a família dos belaítas; de Asbel, a família dos asbelitas; de Airã, a família dos airamitas;

39De Sufã, a família dos sufamitas; de Hufã, a família dos hufamitas.

40E os filhos de Belá foram Arde e Naamã; de Arde, a família dos arditas; de Naamã, a família dos naamanitas.

41Estes são os filhos de Benjamim, segundo as suas famílias; e os que foram deles contados, foram quarenta e cinco mil e seiscentos.

42Estes são os filhos de Dã, segundo as suas famílias; de Suã, a família dos suamitas. Estas são as famílias de Dã, segundo as suas famílias.

43Todas as famílias dos suamitas, segundo os que foram deles contados, foram sessenta e quatro mil e quatrocentos.

44Os filhos de Aser, segundo as suas famílias, foram: de Imna, a família dos imnaítas; de Isvi, a família dos isvitas; de Berias, a família dos beriítas.

45Dos filhos de Berias, foram; de Héber, a família dos heberitas; de Malquiel, a família dos malquielitas.

46E o nome da filha de Aser foi Sera.

47Estas são as famílias dos filhos de Aser, segundo os que foram deles contados, cinqüenta e três mil e quatrocentos.

48Os filhos de Naftali, segundo as suas famílias; de Jazeel, a família dos jazeelitas; de Guni, a família dos gunitas;

49De Jezer, a família dos jezeritas; de Silém, a família dos silemitas.

50Estas são as famílias de Naftali, segundo as suas famílias; e os que foram deles contados, foram quarenta e cinco mil e quatrocentos.

51Estes são os que foram contados dos filhos de Israel, seiscentos e um mil e setecentos e trinta.

52E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

53A estes se repartirá a terra em herança, segundo o número dos nomes.

54Aos muitos aumentarás a sua herança, e aos poucos diminuirás a sua herança; a cada um se dará a sua herança, segundo os que foram deles contados.

55Todavia a terra se repartirá por sortes; segundo os nomes das tribos de seus pais a herdarão.

56Segundo sair a sorte, se repartirá a herança deles entre as tribos de muitos e as de poucos.

57E estes são os que foram contados dos levitas, segundo as suas famílias: de Gérson, a família dos gersonitas; de Coate, a família dos coatitas; de Merari, a família dos meraritas.

58Estas são as famílias de Levi: a família dos libnitas, a família dos hebronitas, a família dos malitas, a família dos musitas, a família dos coreítas. E Coate gerou a Anrão.

59E o nome da mulher de Anrão era Joquebede, filha de Levi, a qual nasceu a Levi no Egito; e de Anrão ela teve Arão, e Moisés, e Miriã, irmã deles.

60E a Arão nasceram Nadabe, Abiú, Eleazar, e Itamar.

61Porém Nadabe e Abiú morreram quando trouxeram fogo estranho perante o SENHOR.

62E os que deles foram contados eram vinte e três mil, todo o homem da idade de um mês para cima; porque estes não foram contados entre os filhos de Israel, porquanto não lhes foi dada herança entre os filhos de Israel.

63Estes são os que foram contados por Moisés e Eleazar, o sacerdote, que contaram os filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão na direção de Jericó.

64E entre estes nenhum houve dos que foram contados por Moisés e Arão, o sacerdote, quando contaram aos filhos de Israel no deserto de Sinai.

65Porque o SENHOR dissera deles que certamente morreriam no deserto; e nenhum deles ficou senão Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

Capítulo 27

1E CHEGARAM as filhas de Zelofeade, filho de Hefer, filho de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, entre as famílias de Manassés, filho de José; e estes são os nomes delas; Maalá, Noa, Hogla, Milca, e Tirza;

2E apresentaram-se diante de Moisés, e diante de Eleazar, o sacerdote, e diante dos príncipes e de toda a congregação, à porta da tenda da congregação, dizendo:

3Nosso pai morreu no deserto, e não estava entre os que se congregaram contra o SENHOR no grupo de Coré; mas morreu no seu próprio pecado, e não teve filhos.

4Por que se tiraria o nome de nosso pai do meio da sua família, porquanto não teve filhos? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai.

5E Moisés levou a causa delas perante o SENHOR.

6E falou o SENHOR a Moisés, dizendo:

7As filhas de Zelofeade falam o que é justo; certamente lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai; e a herança de seu pai farás passar a elas.

8E falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então fareis passar a sua herança à sua filha.

9E, se não tiver filha, então a sua herança dareis a seus irmãos.

10Porém, se não tiver irmãos, então dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.

11Se também seu pai não tiver irmãos, então dareis a sua herança a seu parente, àquele que lhe for o mais chegado da sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será por estatuto de direito, como o SENHOR ordenou a Moisés.

12Depois disse o SENHOR a Moisés: Sobe a este monte de Abarim, e vê a terra que tenho dado aos filhos de Israel.

13E, tendo-a visto, então serás recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão;

14Porquanto, no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos (estas são as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim).

15Então falou Moisés ao SENHOR, dizendo:

16O SENHOR, Deus dos espíritos de toda a carne, ponha um homem sobre esta congregação,

17Que saia diante deles, e que entre diante deles, e que os faça sair, e que os faça entrar; para que a congregação do SENHOR não seja como ovelhas que não têm pastor.

18Então disse o SENHOR a Moisés: Toma a Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe a tua mão sobre ele.

19E apresenta-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação, e dá-lhe as tuas ordens na presença deles.

20E põe sobre ele da tua glória, para que lhe obedeça toda a congregação dos filhos de Israel.

21E apresentar-se-á perante Eleazar, o sacerdote, o qual por ele consultará, segundo o juízo de Urim, perante o SENHOR; conforme a sua palavra sairão, e conforme a sua palavra entrarão, ele e todos os filhos de Israel com ele, e toda a congregação.

22E fez Moisés como o SENHOR lhe ordenara; porque tomou a Josué, e apresentou-o perante Eleazar, o sacerdote, e perante toda a congregação;

23E sobre ele impôs as suas mãos, e lhe deu ordens, como o SENHOR falara por intermédio de Moisés.

Capítulo 28

1FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Dá ordem aos filhos de Israel, e dize-lhes: Da minha oferta, do meu alimento para as minhas ofertas queimadas, do meu cheiro suave, tereis cuidado, para me oferecê-las ao seu tempo determinado.

3E dir-lhes-ás: Esta é a oferta queimada que oferecereis ao SENHOR: dois cordeiros de um ano, sem defeito, cada dia, em contínuo holocausto;

4Um cordeiro sacrificarás pela manhã, e o outro cordeiro sacrificarás à tarde;

5E a décima parte de um efa de flor de farinha em oferta de alimentos, misturada com a quarta parte de um him de azeite batido.

6Este é o holocausto contínuo, instituído no monte Sinai, em cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

7E a sua libação será a quarta parte de um him para um cordeiro; no santuário, oferecerás a libação de bebida forte ao SENHOR.

8E o outro cordeiro sacrificarás à tarde, como a oferta de alimentos da manhã, e como a sua libação o oferecerás em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR.

9Porém, no dia de sábado, oferecerás dois cordeiros de um ano, sem defeito, e duas décimas de flor de farinha, misturada com azeite, em oferta de alimentos, com a sua libação.

10Holocausto é de cada sábado, além do holocausto contínuo, e a sua libação.

11E nos princípios dos vossos meses oferecereis, em holocausto ao SENHOR, dois novilhos e um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito;

12E três décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de alimentos, para um novilho; e duas décimas de flor de farinha misturada com azeite, em oferta de alimentos, para um carneiro.

13E uma décima de flor de farinha misturada com azeite em oferta de alimentos, para um cordeiro; holocausto é de cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

14E as suas libações serão a metade de um him de vinho para um novilho, e a terça parte de um him para um carneiro, e a quarta parte de um him para um cordeiro; este é o holocausto da lua nova de cada mês, segundo os meses do ano.

15Também um bode para expiação do pecado ao SENHOR, além do holocausto contínuo, com a sua libação se oferecerá.

16Porém no mês primeiro, aos catorze dias do mês, é a páscoa do SENHOR.

17E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; sete dias se comerão pães ázimos.

18No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis;

19Mas oferecereis oferta queimada em holocausto ao SENHOR, dois novilhos e um carneiro, e sete cordeiros de um ano; eles serão sem defeito.

20E a sua oferta de alimentos será de flor de farinha misturada com azeite; oferecereis três décimas para um novilho, e duas décimas para um carneiro.

21Para cada um dos sete cordeiros oferecereis uma décima;

22E um bode para expiação do pecado, para fazer expiação por vós.

23Estas coisas oferecereis, além do holocausto da manhã, que é o holocausto contínuo.

24Segundo este modo, cada dia oferecereis, por sete dias, o alimento da oferta queimada em cheiro suave ao SENHOR; além do holocausto contínuo se oferecerá isto com a sua libação.

25E no sétimo dia tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis.

26Semelhantemente, tereis santa convocação no dia das primícias, quando oferecerdes oferta nova de alimentos ao SENHOR, segundo as vossas semanas; nenhum trabalho servil fareis.

27Então oferecereis ao SENHOR por holocausto, em cheiro suave, dois novilhos, um carneiro e sete cordeiros de um ano;

28E a sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite: três décimas para um novilho, duas décimas para um carneiro;

29E uma décima, para cada um dos sete cordeiros;

30Um bode para fazer expiação por vós.

31Além do holocausto contínuo, e a sua oferta de alimentos, os oferecereis (ser-vos-ão eles sem defeito) com as suas libações.

Capítulo 29

1SEMELHANTEMENTE, tereis santa convocação no sétimo mês, no primeiro dia do mês; nenhum trabalho servil fareis; será para vós dia de sonido de trombetas.

2Então por holocausto, em cheiro suave ao SENHOR, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano, sem defeito.

3E pela sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para o novilho, e duas décimas para o carneiro,

4E uma décima para cada um dos sete cordeiros.

5E um bode para expiação do pecado, para fazer expiação por vós;

6Além do holocausto do mês, e a sua oferta de alimentos, e o holocausto contínuo, e a sua oferta de alimentos, com as suas libações, segundo o seu estatuto, em cheiro suave, oferta queimada ao SENHOR.

7E no dia dez deste sétimo mês tereis santa convocação, e afligireis as vossas almas; nenhum trabalho fareis.

8Mas por holocausto, em cheiro suave ao SENHOR, oferecereis um novilho, um carneiro e sete cordeiros de um ano; eles serão sem defeito.

9E, pela sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para o novilho, duas décimas para o carneiro,

10E uma décima para cada um dos sete cordeiros;

11Um bode para expiação do pecado, além da expiação do pecado pelas propiciações, e do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos com as suas libações.

12Semelhantemente, aos quinze dias deste sétimo mês tereis santa convocação; nenhum trabalho servil fareis; mas sete dias celebrareis festa ao SENHOR.

13E, por holocausto em oferta queimada, de cheiro suave ao SENHOR, oferecereis treze novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano; todos eles sem defeito.

14E, pela sua oferta de alimentos de flor de farinha misturada com azeite, três décimas para cada um dos treze novilhos, duas décimas para cada carneiro, entre os dois carneiros;

15E uma décima para cada um dos catorze cordeiros;

16E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, a sua oferta de alimentos e a sua libação;

17Depois, no segundo dia, doze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

18E a sua oferta de alimentos e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

19E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e das suas libações.

20E, no terceiro dia, onze novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

21E as suas ofertas de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

22E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos e da sua libação.

23E, no quarto dia, dez novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

24A sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros, e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

25E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e da sua libação.

26E, no quinto dia, nove novilhos, dois carneiros e catorze cordeiros de um ano, sem defeito.

27E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

28E um bode para expiação do pecado além do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos e da sua libação.

29E, no sexto dia, oito novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito;

30E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os bezerros, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto;

31E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e da sua libação.

32E, no sétimo dia, sete novilhos, dois carneiros, catorze cordeiros de um ano, sem defeito.

33E a sua oferta de alimentos, e as suas libações para os novilhos, para os carneiros e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o seu estatuto,

34E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, da sua oferta de alimentos e da sua libação.

35No oitavo dia tereis dia de solenidade; nenhum trabalho servil fareis;

36E por holocausto em oferta queimada de cheiro suave ao SENHOR oferecereis um novilho, um carneiro, sete cordeiros de um ano, sem defeito;

37A sua oferta de alimentos e as suas libações para o novilho, para o carneiro e para os cordeiros, conforme o seu número, segundo o estatuto.

38E um bode para expiação do pecado, além do holocausto contínuo, e da sua oferta de alimentos e da sua libação.

39Estas coisas fareis ao SENHOR nas vossas solenidades além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, com os vossos holocaustos, e com as vossas ofertas de alimentos, e com as vossas libações, e com as vossas ofertas pacíficas.

40E falou Moisés aos filhos de Israel, conforme a tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés.

Capítulo 30

1E FALOU Moisés aos cabeças das tribos dos filhos de Israel, dizendo: Esta é a palavra que o SENHOR tem ordenado.

2Quando um homem fizer voto ao SENHOR, ou fizer juramento, ligando a sua alma com obrigação, não violará a sua palavra: segundo tudo o que saiu da sua boca, fará.

3Também quando uma mulher, na sua mocidade, estando ainda na casa de seu pai, fizer voto ao SENHOR, e com obrigação se ligar,

4E seu pai ouvir o seu voto e a sua obrigação, com que ligou a sua alma; e seu pai se calar para com ela, todos os seus votos serão válidos; e toda a obrigação com que ligou a sua alma, será válida.

5Mas se seu pai lhe tolher no dia que tal ouvir, todos os seus votos e as suas obrigações com que tiver ligado a sua alma, não serão válidos; mas o SENHOR lhe perdoará, porquanto seu pai lhos tolheu.

6E se ela for casada, e for obrigada a alguns votos, ou à pronunciação dos seus lábios, com que tiver ligado a sua alma;

7E seu marido o ouvir, e se calar para com ela no dia em que o ouvir, os seus votos serão válidos; e as suas obrigações com que ligou a sua alma, serão válidas.

8Mas se seu marido lhe tolher no dia em que o ouvir, e anular o seu voto a que estava obrigada, como também a pronunciação dos seus lábios, com que ligou a sua alma; o SENHOR lhe perdoará.

9No tocante ao voto da viúva, ou da repudiada, tudo com que ligar a sua alma, sobre ela será válido.

10Porém se fez voto na casa de seu marido, ou ligou a sua alma com obrigação de juramento;

11E seu marido o ouviu, e se calou para com ela, e não lho tolheu, todos os seus votos serão válidos, e toda a obrigação, com que ligou a sua alma, será válida.

12Porém se seu marido lhos anulou no dia em que os ouviu; tudo quanto saiu dos seus lábios, quer dos seus votos, quer da obrigação da sua alma, não será válido; seu marido lhos anulou, e o SENHOR lhe perdoará.

13Todo o voto, e todo o juramento de obrigação, para humilhar a alma, seu marido o confirmará, ou anulará.

14Porém se seu marido, de dia em dia, se calar inteiramente para com ela, então confirma todos os seus votos e todas as suas obrigações, que estiverem sobre ela; confirmado lhos tem, porquanto se calou para com ela no dia em que o ouviu.

15Porém se de todo lhos anular depois que o ouviu, então ele levará a iniqüidade dela.

16Estes são os estatutos que o SENHOR ordenou a Moisés entre o marido e sua mulher; entre o pai e sua filha, na sua mocidade, em casa de seu pai.

Capítulo 31

1E FALOU o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Vinga os filhos de Israel dos midianitas; depois recolhido serás ao teu povo.

3Falou, pois, Moisés ao povo, dizendo: Armem-se alguns de vós para a guerra, e saiam contra os midianitas, para fazerem a vingança do SENHOR contra eles.

4Mil de cada tribo, entre todas as tribos de Israel, enviareis à guerra.

5Assim foram dados, dos milhares de Israel, mil de cada tribo; doze mil armados para a peleja.

6E Moisés os mandou à guerra, mil de cada tribo, e com eles Finéias, filho de Eleazar, o sacerdote, com os vasos do santuário, e com as trombetas do alarido na sua mão.

7E pelejaram contra os midianitas, como o SENHOR ordenara a Moisés; e mataram a todos os homens.

8Mataram também, além dos que já haviam sido mortos, os reis dos midianitas: a Evi, e a Requém, e a Zur, e a Hur, e a Reba, cinco reis dos midianitas; também a Balaão, filho de Beor, mataram à espada.

9Porém, os filhos de Israel levaram presas as mulheres dos midianitas e as suas crianças; também levaram todos os seus animais e todo o seu gado, e todos os seus bens.

10E queimaram a fogo todas as suas cidades com todas as suas habitações e todos os seus acampamentos.

11E tomaram todo o despojo e toda a presa de homens e de animais.

12E trouxeram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e à congregação dos filhos de Israel, os cativos, e a presa, e o despojo, para o arraial, nas campinas de Moabe, que estão junto ao Jordão, na altura de Jericó.

13Porém Moisés e Eleazar, o sacerdote, e todos os príncipes da congregação, saíram a recebê-los fora do arraial.

14E indignou-se Moisés grandemente contra os oficiais do exército, capitães dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço da guerra.

15E Moisés disse-lhes: Deixastes viver todas as mulheres?

16Eis que estas foram as que, por conselho de Balaão, deram ocasião aos filhos de Israel de transgredir contra o SENHOR no caso de Peor; por isso houve aquela praga entre a congregação do SENHOR.

17Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele.

18Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.

19E alojai-vos sete dias fora do arraial; qualquer que tiver matado alguma pessoa, e qualquer que tiver tocado algum morto, ao terceiro dia, e ao sétimo dia vos purificareis, a vós e a vossos cativos.

20Também purificareis toda a roupa, e toda a obra de peles, e toda a obra de pêlos de cabras, e todo o utensílio de madeira.

21E disse Eleazar, o sacerdote, aos homens da guerra, que foram à peleja: Este é o estatuto da lei que o SENHOR ordenou a Moisés.

22Contudo o ouro, e a prata, o cobre, o ferro, o estanho, e o chumbo,

23Toda a coisa que pode resistir ao fogo, fareis passar pelo fogo, para que fique limpa, todavia se purificará com a água da purificação; mas tudo que não pode resistir ao fogo, fareis passar pela água.

24Também lavareis as vossas roupas ao sétimo dia, para que fiqueis limpos; e depois entrareis no arraial.

25Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

26Faze a soma da presa que foi tomada, de homens e de animais, tu e Eleazar, o sacerdote, e os cabeças das casas dos pais da congregação,

27E divide a presa em duas metades, entre os que se armaram para a peleja, e saíram à guerra, e toda a congregação.

28Então para o SENHOR tomarás o tributo dos homens de guerra, que saíram a esta peleja, de cada quinhentos uma alma, dos homens, e dos bois, e dos jumentos e das ovelhas.

29Da sua metade o tomareis, e o dareis ao sacerdote Eleazar, para a oferta alçada do SENHOR.

30Mas, da metade dos filhos de Israel, tomarás um de cada cinqüenta, um dos homens, dos bois, dos jumentos, e das ovelhas, e de todos os animais; e os darás aos levitas que têm cuidado da guarda do tabernáculo do SENHOR.

31E fizeram Moisés e Eleazar, o sacerdote, como o SENHOR ordenara a Moisés.

32Foi a presa, restante do despojo que tomaram os homens de guerra, seiscentas e setenta e cinco mil ovelhas;

33E setenta e dois mil bois;

34E sessenta e um mil jumentos;

35E, das mulheres que não conheceram homem algum, deitando-se com ele, todas as almas foram trinta e duas mil.

36E a metade, que era a porção dos que saíram à guerra, foi em número de trezentas e trinta e sete mil e quinhentas ovelhas.

37E das ovelhas, o tributo para o SENHOR foi de seiscentas e setenta e cinco.

38E foram os bois trinta e seis mil; e o seu tributo para o SENHOR setenta e dois.

39E foram os jumentos trinta mil e quinhentos; e o seu tributo para o SENHOR sessenta e um.

40E houve de pessoas dezesseis mil; e o seu tributo para o SENHOR trinta e duas pessoas.

41E deu Moisés a Eleazar, o sacerdote, o tributo da oferta alçada do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

42E da metade dos filhos de Israel que Moisés separara da dos homens que pelejaram,

43(A metade para a congregação foi, das ovelhas, trezentas e trinta e sete mil e quinhentas;

44E dos bois trinta e seis mil;

45E dos jumentos trinta mil e quinhentos;

46E das pessoas humanas dezesseis mil).

47Desta metade dos filhos de Israel, Moisés tomou um de cada cinqüenta, de homens e de animais, e os deu aos levitas, que tinham cuidado da guarda do tabernáculo do SENHOR, como o SENHOR ordenara a Moisés.

48Então chegaram-se a Moisés os oficiais que estavam sobre os milhares do exército, os chefes de mil e os chefes de cem;

49E disseram a Moisés: Teus servos tomaram a soma dos homens de guerra que estiveram sob as nossas ordens; e não falta nenhum de nós.

50Por isso trouxemos uma oferta ao SENHOR, cada um o que achou, objetos de ouro, cadeias, ou manilhas, anéis, arrecadas, e colares, para fazer expiação pelas nossas almas perante o SENHOR.

51Assim Moisés e Eleazar, o sacerdote, receberam deles o ouro, sendo todos os objetos bem trabalhados.

52E foi todo o ouro da oferta alçada, que ofereceram ao SENHOR, dezesseis mil e setecentos e cinqüenta siclos, dos chefes de mil e dos chefes de cem

53(Pois cada um dos homens de guerra, tinha tomado presa para si).

54Receberam, pois, Moisés e Eleazar, o sacerdote, o ouro dos chefes de mil e dos chefes de cem, e o levaram à tenda da congregação, por memorial para os filhos de Israel perante o SENHOR.

Capítulo 32

1E OS filhos de Rúben e os filhos de Gade tinham gado em grande quantidade; e viram a terra de Jazer, e a terra de Gileade, e eis que o lugar era lugar de gado.

2Vieram, pois, os filhos de Gade, e os filhos de Rúben e falaram a Moisés e a Eleazar, o sacerdote, e aos chefes da congregação, dizendo:

3Atarote, e Dibom, e Jazer, e Ninra, e Hesbom, e Eleale, e Sebã, e Nebo, e Beom,

4A terra que o SENHOR feriu diante da congregação de Israel, é terra para gado, e os teus servos têm gado.

5Disseram mais: Se achamos graça aos teus olhos, dê-se esta terra aos teus servos em possessão; e não nos faças passar o Jordão.

6Porém Moisés disse aos filhos de Gade e aos filhos de Rúben: Irão vossos irmãos à peleja, e ficareis vós aqui?

7Por que, pois, desencorajais o coração dos filhos de Israel, para que não passem à terra que o SENHOR lhes tem dado?

8Assim fizeram vossos pais, quando os mandei de Cades-Barnéia, a ver esta terra.

9Chegando eles até ao vale de Escol, e vendo esta terra, desencorajaram o coração dos filhos de Israel, para que não entrassem na terra que o SENHOR lhes tinha dado.

10Então a ira do SENHOR se acendeu naquele mesmo dia, e jurou dizendo:

11Que os homens, que subiram do Egito, de vinte anos para cima, não verão a terra que jurei a Abraão, a Isaque, e a Jacó! porquanto não perseveraram em seguir-me;

12Exceto Calebe, filho de Jefoné o quenezeu, e Josué, filho de Num, porquanto perseveraram em seguir ao SENHOR.

13Assim se acendeu a ira do SENHOR contra Israel, e fê-los andar errantes pelo deserto quarenta anos até que se consumiu toda aquela geração, que fizera mal aos olhos do SENHOR.

14E eis que vós, uma geração de homens pecadores, vos levantastes em lugar de vossos pais, para ainda mais acrescentar o furor da ira do SENHOR contra Israel.

15Se vós vos virardes de segui-lo, também ele os deixará de novo no deserto, e destruireis a todo este povo.

16Então chegaram-se a ele, e disseram: Edificaremos currais aqui para o nosso gado, e cidades para as nossas crianças;

17Porém nós nos armaremos, apressando-nos adiante dos de Israel, até que os levemos ao seu lugar; e ficarão as nossas crianças nas cidades fortes por causa dos moradores da terra.

18Não voltaremos para nossas casas, até que os filhos de Israel estejam de posse, cada um, da sua herança.

19Porque não herdaremos com eles além do Jordão, nem mais adiante; porquanto nós já temos a nossa herança aquém do Jordão, ao oriente.

20Então Moisés lhes disse: Se isto fizerdes assim, se vos armardes à guerra perante o SENHOR;

21E cada um de vós, armado, passar o Jordão perante o SENHOR, até que haja lançado fora os seus inimigos de diante dele,

22E a terra esteja subjugada perante o SENHOR; então voltareis e sereis inculpáveis perante o SENHOR e perante Israel; e esta terra vos será por possessão perante o SENHOR;

23E se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o SENHOR; e sabei que o vosso pecado vos há de achar.

24Edificai cidades para as vossas crianças, e currais para as vossas ovelhas; e fazei o que saiu da vossa boca.

25Então falaram os filhos de Gade, e os filhos de Rúben a Moisés, dizendo: Como ordena meu senhor, assim farão teus servos.

26As nossas crianças, as nossas mulheres, o nosso gado, e todos os nossos animais estarão aí nas cidades de Gileade.

27Mas os teus servos passarão, cada um armado para a guerra, a pelejar perante o SENHOR, como tem falado o meu SENHOR.

28Então Moisés deu ordem acerca deles a Eleazar, o sacerdote, e a Josué filho de Num, e aos cabeças das casas dos pais das tribos dos filhos de Israel.

29E disse-lhes Moisés: Se os filhos de Gade e os filhos de Rúben passarem convosco o Jordão, armado cada um para a guerra, perante o SENHOR, e a terra estiver subjugada diante de vós, em possessão lhes dareis a terra de Gileade.

30Porém, se não passarem armados convosco, terão possessões entre vós, na terra de Canaã.

31E responderam os filhos de Gade e os filhos de Rúben, dizendo: O que o SENHOR falou a teus servos, isso faremos.

32Nós passaremos, armados, perante o SENHOR, à terra de Canaã, e teremos a possessão de nossa herança aquém do Jordão.

33Assim deu-lhes Moisés, aos filhos de Gade, e aos filhos de Rúben, e à meia tribo de Manassés, filho de José, o reino de Siom, rei dos amorreus, e o reino de Ogue, rei de Basã; a terra com as suas cidades nos seus termos, e as cidades ao seu redor.

34E os filhos de Gade edificaram a Dibom, e Atarote, e Aroer;

35E Atarote-Sofã, e Jazer, e Jogbeá;

36E Bete-Ninra, e Bete-Harã, cidades fortes; e currais de ovelhas.

37E os filhos de Rúben edificaram a Hesbom, e Eleale, e Quiriataim;

38E Nebo, e Baal-Meom, mudando-lhes o nome, e Sibma; e os nomes das cidades que edificaram chamaram por outros nomes.

39E os filhos de Maquir, filho de Manassés, foram-se para Gileade, e a tomaram; e daquela possessão expulsaram os amorreus que estavam nela.

40Assim Moisés deu Gileade a Maquir, filho de Manassés, o qual habitou nela.

41E foi Jair, filho de Manassés, e tomou as suas aldeias; e chamou-as Havote-Jair.

42E foi Nobá, e tomou a Quenate com as suas aldeias; e chamou-a Nobá, segundo o seu próprio nome.

Capítulo 33

1ESTAS são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egito, segundo os seus exércitos, sob a direção de Moisés e Arão.

2E escreveu Moisés as suas saídas, segundo as suas jornadas, conforme ao mandado do SENHOR; e estas são as suas jornadas, segundo as suas saídas.

3Partiram, pois, de Ramessés no primeiro mês, no dia quinze do primeiro mês; no dia seguinte da páscoa saíram os filhos de Israel por alta mão, aos olhos de todos os egípcios,

4Enquanto os egípcios enterravam os que o SENHOR tinha ferido entre eles, a todo o primogênito, e havendo o SENHOR executado juízos também contra os seus deuses.

5Partiram, pois, os filhos de Israel de Ramessés, e acamparam-se em Sucote.

6E partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, que está no fim do deserto.

7E partiram de Etã, e voltaram a Pi-Hairote, que está defronte de Baal-Zefom, e acamparam-se diante de Migdol.

8E partiram de Pi-Hairote, e passaram pelo meio do mar ao deserto, e andaram caminho de três dias no deserto de Etã, e acamparam-se em Mara.

9E partiram de Mara, e vieram a Elim, e em Elim havia doze fontes de águas e setenta palmeiras, e acamparam-se ali.

10E partiram de Elim, e acamparam-se junto ao Mar Vermelho.

11E partiram do Mar Vermelho, e acamparam-se no deserto de Sim.

12E partiram do deserto de Sim, e acamparam-se em Dofca.

13E partiram de Dofca, e acamparam-se em Alus.

14E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim; porém não havia ali água, para que o povo bebesse.

15Partiram, pois, de Refidim, e acamparam-se no deserto de Sinai.

16E partiram do deserto de Sinai, e acamparam-se em Quibrote-Taavá.

17E partiram de Quibrote-Taavá, e acamparam-se em Hazerote.

18E partiram de Hazerote, e acamparam-se em Ritmá.

19E partiram de Ritmá, e acamparam-se em Rimom-Perez.

20E partiram de Rimom-Perez, e acamparam-se em Libna.

21E partiram de Libna, e acamparam-se em Rissa.

22E partiram de Rissa, e acamparam-se em Queelata.

23E partiram de Queelata, e acamparam-se no monte de Séfer.

24E partiram do monte de Séfer, e acamparam-se em Harada.

25E partiram de Harada, e acamparam-se em Maquelote.

26E partiram de Maquelote, e acamparam-se em Taate.

27E partiram de Taate, e acamparam-se em Tara.

28E partiram de Tara, e acamparam-se em Mitca.

29E partiram de Mitca, e acamparam-se em Hasmona.

30E partiram de Hasmona, e acamparam-se em Moserote.

31E partiram de Moserote, e acamparam-se em Bene-Jaacã.

32E partiram de Bene-Jaacã, e acamparam-se em Hor-Hagidgade.

33E partiram de Hor-Hagidgade, e acamparam-se em Jotbatá.

34E partiram de Jotbatá, e acamparam-se em Abrona.

35E partiram de Abrona, e acamparam-se em Ezion-Geber.

36E partiram de Ezion-Geber, e acamparam-se no deserto de Zim, que é Cades.

37E partiram de Cades, e acamparam-se no monte Hor, no fim da terra de Edom.

38Então Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme ao mandado do SENHOR; e morreu ali no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês.

39E era Arão da idade de cento e vinte e três anos, quando morreu no monte Hor.

40E ouviu o cananeu, rei de Harade, que habitava o sul na terra de Canaã, que chegavam os filhos de Israel.

41E partiram do monte Hor, e acamparam-se em Zalmona.

42E partiram de Zalmona, e acamparam-se em Punom.

43E partiram de Punom, e acamparam-se em Obote.

44E partiram de Obote, e acamparam-se em Ije-Abarim, no termo de Moabe.

45E partiram de Ije-Abarim, e acamparam-se em Dibom-Gade.

46E partiram de Dibom-Gade, e acamparam-se em Almom-Diblataim.

47E partiram de Almom-Diblataim, e acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo.

48E partiram dos montes de Abarim, e acamparam-se nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na direção de Jericó.

49E acamparam-se junto ao Jordão, desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim, nas campinas de Moabe.

50E falou o SENHOR a Moisés, nas campinas de Moabe junto ao Jordão na direção de Jericó, dizendo:

51Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando houverdes passado o Jordão para a terra de Canaã,

52Lançareis fora todos os moradores da terra de diante de vós, e destruireis todas as suas pinturas; também destruireis todas as suas imagens de fundição, e desfareis todos os seus altos;

53E tomareis a terra em possessão, e nela habitareis; porquanto vos tenho dado esta terra, para possuí-la.

54E por sortes herdareis a terra, segundo as vossas famílias; aos muitos multiplicareis a herança, e aos poucos diminuireis a herança; conforme a sorte sair a alguém, ali a possuirá; segundo as tribos de vossos pais recebereis as heranças.

55Mas se não lançardes fora os moradores da terra de diante de vós, então os que deixardes ficar vos serão por espinhos nos vossos olhos, e por aguilhões nas vossas virilhas, e apertar-vos-ão na terra em que habitardes,

56E será que farei a vós como pensei fazer-lhes a eles

Capítulo 34

1FALOU mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

2Dá ordem aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra de Canaã, esta há de ser a terra que vos cairá em herança; a terra de Canaã, segundo os seus termos.

3O lado do sul vos será desde o deserto de Zim até aos termos de Edom; e o termo do sul vos será desde a extremidade do Mar Salgado para o lado do oriente.

4E este limite vos irá rodeando do sul para a subida de Acrabim, e passará até Zim; e as suas saídas serão do sul a Cades-Barnéia; e sairá a Hazar-Adar, e passará a Azmom;

5Rodeará mais este limite de Azmom até ao rio do Egito; e as suas saídas serão para o lado do mar.

6Quanto ao limite do ocidente, o Mar Grande vos será por limite; este vos será o limite do ocidente.

7E este vos será o termo do norte: desde o Mar Grande marcareis até ao monte Hor.

8Desde o monte Hor marcareis até à entrada de Hamate; e as saídas deste termo serão até Zedade.

9E este limite seguirá até Zifrom, e as suas saídas serão em Hazar-Enã; este vos será o termo do norte.

10E por limite do lado do oriente marcareis de Hazar-Enã até Sefã.

11E este limite descerá desde Sefã até Ribla, para o lado do oriente de Aim; depois descerá este termo, e irá ao longo da borda do mar de Quinerete para o lado do oriente.

12Descerá também este limite ao longo do Jordão, e as suas saídas serão no Mar Salgado; esta vos será a terra, segundo os seus limites ao redor.

13E Moisés deu ordem aos filhos de Israel, dizendo: Esta é a terra que herdareis por sorte, a qual o SENHOR mandou dar às nove tribos e à meia tribo.

14Porque a tribo dos filhos dos rubenitas, segundo a casa de seus pais, e a tribo dos filhos dos gaditas, segundo a casa de seus pais, já receberam; também a meia tribo de Manassés recebeu a sua herança.

15Já duas tribos e meia tribo receberam a sua herança aquém do Jordão, na direção de Jericó, do lado do oriente, ao nascente.

16Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

17Estes são os nomes dos homens que vos repartirão a terra por herança: Eleazar, o sacerdote, e Josué, filho de Num.

18Tomareis mais de cada tribo um príncipe, para repartir a terra em herança.

19E estes são os nomes dos homens: Da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;

20E, da tribo dos filhos de Simeão, Samuel, filho de Amiúde;

21Da tribo de Benjamim, Elidade, filho de Quislom;

22E, da tribo dos filhos de Dã, o príncipe Buqui, filho de Jogli;

23Dos filhos de José, da tribo dos filhos de Manassés, o príncipe Haniel, filho de Éfode;

24E, da tribo dos filhos de Efraim, o príncipe Quemuel, filho de Siftã;

25E, da tribo dos filhos de Zebulom, o príncipe Elizafã, filho de Parnaque;

26E, da tribo dos filhos de Issacar, o príncipe Paltiel, filho de Azã;

27E, da tribo dos filhos de Aser, o príncipe Aiúde, filho de Selomi;

28E, da tribo dos filhos de Naftali, o príncipe Pedael, filho de Amiúde.

29Estes são aqueles a quem o SENHOR ordenou, que repartissem as heranças aos filhos de Israel na terra de Canaã.

Capítulo 35

1E FALOU o SENHOR a Moisés nas campinas de Moabe, junto ao Jordão na direção de Jericó, dizendo:

2Dá ordem aos filhos de Israel que, da herança da sua possessão, dêem cidades aos levitas, em que habitem; e também aos levitas dareis arrabaldes ao redor delas.

3E terão estas cidades para habitá-las; porém os seus arrabaldes serão para o seu gado, e para os seus bens, e para todos os seus animais.

4E os arrabaldes das cidades, que dareis aos levitas, desde o muro da cidade para fora, serão de mil côvados em redor.

5E de fora da cidade, do lado do oriente, medireis dois mil côvados, e do lado do sul, dois mil côvados, e do lado do ocidente dois mil côvados, e do lado do norte dois mil côvados, e a cidade no meio; isto terão por arrabaldes das cidades.

6Das cidades, pois, que dareis aos levitas, haverá seis cidades de refúgio, as quais dareis para que o homicida ali se acolha; e, além destas, lhes dareis quarenta e duas cidades.

7Todas as cidades que dareis aos levitas serão quarenta e oito cidades, juntamente com os seus arrabaldes.

8E quanto às cidades que derdes da herança dos filhos de Israel, do que tiver muito tomareis muito, e do que tiver pouco tomareis pouco; cada um dará das suas cidades aos levitas, segundo a herança que herdar.

9Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo:

10Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando passardes o Jordão à terra de Canaã,

11Fazei com que vos estejam à mão cidades que vos sirvam de cidades de refúgio, para que ali se acolha o homicida que ferir a alguma alma por engano.

12E estas cidades vos serão por refúgio do vingador do sangue; para que o homicida não morra, até que seja apresentado à congregação para julgamento.

13E das cidades que derdes haverá seis cidades de refúgio para vós.

14Três destas cidades dareis além do Jordão, e três destas cidades dareis na terra de Canaã; cidades de refúgio serão.

15Serão por refúgio estas seis cidades para os filhos de Israel, e para o estrangeiro, e para o que se hospedar no meio deles, para que ali se acolha aquele que matar a alguém por engano.

16Porém, se o ferir com instrumento de ferro e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.

17Ou, se lhe ferir com uma pedrada, de que possa morrer, e morrer, homicida é; certamente o homicida morrerá.

18Ou, se o ferir com instrumento de pau que tiver na mão, de que possa morrer, e ele morrer, homicida é; certamente morrerá o homicida.

19O vingador do sangue matará o homicida; encontrando-o, matá-lo-á.

20Se também o empurrar com ódio, ou com mal intento lançar contra ele alguma coisa, e morrer;

21Ou por inimizade o ferir com a sua mão, e morrer, certamente morrerá aquele que o ferir; homicida é; o vingador do sangue, encontrando o homicida, o matará.

22Porém, se o empurrar subitamente, sem inimizade, ou contra ele lançar algum instrumento sem intenção;

23Ou, sobre ele deixar cair alguma pedra sem o ver, de que possa morrer, e ele morrer, sem que fosse seu inimigo nem procurasse o seu mal;

24Então a congregação julgará entre aquele que feriu e o vingador do sangue, segundo estas leis.

25E a congregação livrará o homicida da mão do vingador do sangue, e a congregação o fará voltar à cidade do seu refúgio, onde se tinha acolhido; e ali ficará até à morte do sumo sacerdote, a quem ungiram com o santo óleo.

26Porém, se de alguma maneira o homicida sair dos limites da cidade de refúgio, onde se tinha acolhido,

27E o vingador do sangue o achar fora dos limites da cidade de seu refúgio, e o matar, não será culpado do sangue.

28Pois o homicida deverá ficar na cidade do seu refúgio, até à morte do sumo sacerdote; mas, depois da morte do sumo sacerdote, o homicida voltará à terra da sua possessão.

29E estas coisas vos serão por estatuto de direito às vossas gerações, em todas as vossas habitações.

30Todo aquele que matar alguma pessoa, conforme depoimento de testemunhas, será morto; mas uma só testemunha não testemunhará contra alguém, para que morra.

31E não recebereis resgate pela vida do homicida que é culpado de morte; pois certamente morrerá.

32Também não tomareis resgate por aquele que se acolher à sua cidade de refúgio, para tornar a habitar na terra, até à morte do sumo sacerdote.

33Assim não profanareis a terra em que estais; porque o sangue faz profanar a terra; e nenhuma expiação se fará pela terra por causa do sangue que nela se derramar, senão com o sangue daquele que o derramou.

34Não contaminareis pois a terra na qual vós habitais, no meio da qual eu habito; pois eu, o SENHOR, habito no meio dos filhos de Israel.

Capítulo 36

1E CHEGARAM os chefes dos pais da família de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram diante de Moisés, e diante dos príncipes, chefes dos pais dos filhos de Israel,

2E disseram: O SENHOR mandou a meu senhor que, por sorte, desse esta terra em herança aos filhos de Israel; e a meu senhor foi ordenado pelo SENHOR, que a herança do nosso irmão Zelofeade se desse às suas filhas.

3E, casando-se elas com alguns dos filhos das outras tribos dos filhos de Israel, então a sua herança será diminuída da herança de nossos pais, e acrescentada à herança da tribo a que vierem a pertencer; assim se tirará da sorte da nossa herança.

4Vindo também o ano do jubileu dos filhos de Israel, a sua herança será acrescentada à herança da tribo daqueles com que se casarem; assim a sua herança será tirada da herança da tribo de nossos pais.

5Então Moisés deu ordem aos filhos de Israel, segundo o mandado do SENHOR, dizendo: A tribo dos filhos de José fala o que é justo.

6Isto é o que o SENHOR mandou acerca das filhas de Zelofeade, dizendo: Sejam por mulheres a quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai.

7Assim a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo; pois os filhos de Israel se chegarão cada um à herança da tribo de seus pais.

8E qualquer filha que herdar alguma herança das tribos dos filhos de Israel se casará com alguém da família da tribo de seu pai; para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.

9Assim a herança não passará de uma tribo a outra; pois as tribos dos filhos de Israel se chegarão cada uma à sua herança.

10Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade.

11Pois Maalá, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos de seus tios.

12E elas casaram-se nas famílias dos filhos de Manassés, filho de José; assim a sua herança ficou na tribo da família de seu pai.

13Estes são os mandamentos e os juízos que mandou o SENHOR através de Moisés aos filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na direção de Jericó.